«O reconhecimento do trabalho da minha equipa»
06.07.2007
Carreira de José Cunha-Vaz distinguida pela Sociedade Europeia de Oftalmologia
José Cunha-Vaz afirmou-se «sensibilizado pelo reconhecimento internacional» que constitui o prémio que lhe foi atribuído pela Sociedade Europeia de Oftalmologia, mas, realçando que «hoje trabalhamos em equipa», estendeu o mérito aos seus colaboradores.
«O prémio é o reconhecimento do trabalho da minha equipa em Coimbra», afirmou José Cunha-Vaz, ao ser aclamado pelos congressistas que participaram nas XVII Jornadas Internacionais de Oftalmologia, que assim quiseram manifestar o seu apreço pela obra desenvolvida pelo investigador, recentemente distinguido pela Sociedade Europeia de Oftalmologia (SEO).
Catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra, José Cunha-Vaz recebeu em Viena, a 9 de Junho, a Medalha de Ouro Helmholtz, um prémio que distingue uma carreira científica e é atribuído de quatro em quatro anos pela SEO.
«Foi um reconhecimento internacional, sinto-me sensibilizado e tenho muito orgulho nele, significa que valeu a pena o que andei a fazer toda a minha vida, mas significa acima de tudo que tenho tido jeito para me rodear de óptimas pessoas. Hoje trabalhamos em equipa, ninguém faz nada sozinho», afirmou José Cunha-Vaz, que falava após a conferência «A imagiologia na caracterização do edema macular diabético», que proferiu nas Jornadas Internacionais de Oftalmologia, realizadas a 29 e 30 de Junho, em Coimbra.
«Há muitas mais pessoas que poderiam ter recebido o prémio e espero que isso aconteça a muitos mais portugueses», concluiu o investigador, que a 10 de Junho, Dia de Portugal, foi também uma das personalidades distinguidas pelo Presidente da República com a Ordem do Infante D. Henrique (grau de Grande Oficial).
Novas metodologias de exame
José Cunha-Vaz recebeu a Medalha Helmholtz na cerimónia de abertura do Congresso da Sociedade Europeia de Oftalmologia, onde proferiu também a conferência inaugural, durante a qual apresentou um novo método de mapeamento multimodal da mácula que contribui para o diagnóstico precoce da degenerescência neovascular macular relacionada com a idade, uma das causas mais frequentes de cegueira no mundo ocidental, e permite o seu tratamento com maior sucesso na preservação da visão.
Na conferência, intitulada «Do oftalmoscópio de Helmholtz ao mapeamento multimodal da mácula», o investigador falou sobre este novo método, que combina diversos processos de imagiologia e no qual tem trabalhado a equipa de investigação que lidera, que se tem dedicado nos últimos anos ao desenvolvimento de métodos para a localização das lesões da retina e para obtenção de informação através da combinação de novas metodologias de exame.
José Cunha-Vaz é director do Serviço de Oftalmologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra e coordenador da Rede Europeia de Centros de Excelência de Ensaios Clínicos do Instituto Europeu da Visão e trabalhou vários anos nos Estados Unidos, tendo regressado a Portugal na década de 90. É também presidente do Instituto Biomédico de Investigação da Luz e Imagem (IBILI), da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e presidente do conselho de administração da Associação para Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem (AIBILI).
H.N.
TM 1.º CADERNO de 2007.07.09
0712521C36107HN27B
«O prémio é o reconhecimento do trabalho da minha equipa em Coimbra», afirmou José Cunha-Vaz, ao ser aclamado pelos congressistas que participaram nas XVII Jornadas Internacionais de Oftalmologia, que assim quiseram manifestar o seu apreço pela obra desenvolvida pelo investigador, recentemente distinguido pela Sociedade Europeia de Oftalmologia (SEO).
Catedrático da Faculdade de Medicina de Coimbra, José Cunha-Vaz recebeu em Viena, a 9 de Junho, a Medalha de Ouro Helmholtz, um prémio que distingue uma carreira científica e é atribuído de quatro em quatro anos pela SEO.
«Foi um reconhecimento internacional, sinto-me sensibilizado e tenho muito orgulho nele, significa que valeu a pena o que andei a fazer toda a minha vida, mas significa acima de tudo que tenho tido jeito para me rodear de óptimas pessoas. Hoje trabalhamos em equipa, ninguém faz nada sozinho», afirmou José Cunha-Vaz, que falava após a conferência «A imagiologia na caracterização do edema macular diabético», que proferiu nas Jornadas Internacionais de Oftalmologia, realizadas a 29 e 30 de Junho, em Coimbra.
«Há muitas mais pessoas que poderiam ter recebido o prémio e espero que isso aconteça a muitos mais portugueses», concluiu o investigador, que a 10 de Junho, Dia de Portugal, foi também uma das personalidades distinguidas pelo Presidente da República com a Ordem do Infante D. Henrique (grau de Grande Oficial).
Novas metodologias de exame
José Cunha-Vaz recebeu a Medalha Helmholtz na cerimónia de abertura do Congresso da Sociedade Europeia de Oftalmologia, onde proferiu também a conferência inaugural, durante a qual apresentou um novo método de mapeamento multimodal da mácula que contribui para o diagnóstico precoce da degenerescência neovascular macular relacionada com a idade, uma das causas mais frequentes de cegueira no mundo ocidental, e permite o seu tratamento com maior sucesso na preservação da visão.
Na conferência, intitulada «Do oftalmoscópio de Helmholtz ao mapeamento multimodal da mácula», o investigador falou sobre este novo método, que combina diversos processos de imagiologia e no qual tem trabalhado a equipa de investigação que lidera, que se tem dedicado nos últimos anos ao desenvolvimento de métodos para a localização das lesões da retina e para obtenção de informação através da combinação de novas metodologias de exame.
José Cunha-Vaz é director do Serviço de Oftalmologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra e coordenador da Rede Europeia de Centros de Excelência de Ensaios Clínicos do Instituto Europeu da Visão e trabalhou vários anos nos Estados Unidos, tendo regressado a Portugal na década de 90. É também presidente do Instituto Biomédico de Investigação da Luz e Imagem (IBILI), da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, e presidente do conselho de administração da Associação para Investigação Biomédica e Inovação em Luz e Imagem (AIBILI).
H.N.
TM 1.º CADERNO de 2007.07.09
0712521C36107HN27B
«O reconhecimento do trabalho da minha equipa»