Despesa com medicamentos per capita em Portugal cai 5,9%
31.03.2015
OMS lança estudo sobre acesso aos medicamentos na Europa
A crise financeira e económica «tem levado muitos países a fazer cortes nos orçamentos de saúde, incluindo cortes nos preços dos medicamentos», alerta um estudo da Organização Mundial da Saúde.
De facto, a taxas média de crescimento das despesas com medicamentos diminuiu 0,9%, entre os países da OCDE, entre 2009 e 2011, sendo que os países mais atingidos pela crise financeira e económica sentiram ainda mais essa queda. A Grécia surge à cabeça com uma diminuição da despesa com medicamentos per capita de 10% em 2010 e em 2011, seguindo-se a Estónia (-7,2%) e Portugal (-5,9%).
Os dados constam do relatório intitulado «O acesso a novos medicamentos na Europa: análise técnica das iniciativas políticas e oportunidades para colaboração e investigação», que abrange resultados de 27 países e analisa várias experiências das autoridades europeias na gestão da despesa com novos medicamentos, tais como directrizes de tratamento restritivas, níveis-alvo para a utilização de medicamentos genéricos e limitações sobre a utilização dos medicamentos mais caros.
Este estudo, divulgado no site da Apifarma, também aborda as possíveis orientações e escolhas políticas que podem ajudar os governos na gestão de preços com a introdução de novos medicamentos, entre as quais «reforçar a cooperação entre os governos, reguladores e empresas farmacêuticas», «a colaboração e transparência na formulação de políticas» e «dar enfase aos cuidados crónicos, medicamentos especiais e doenças raras».
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30 de Março de 2015
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De facto, a taxas média de crescimento das despesas com medicamentos diminuiu 0,9%, entre os países da OCDE, entre 2009 e 2011, sendo que os países mais atingidos pela crise financeira e económica sentiram ainda mais essa queda. A Grécia surge à cabeça com uma diminuição da despesa com medicamentos per capita de 10% em 2010 e em 2011, seguindo-se a Estónia (-7,2%) e Portugal (-5,9%).
Os dados constam do relatório intitulado «O acesso a novos medicamentos na Europa: análise técnica das iniciativas políticas e oportunidades para colaboração e investigação», que abrange resultados de 27 países e analisa várias experiências das autoridades europeias na gestão da despesa com novos medicamentos, tais como directrizes de tratamento restritivas, níveis-alvo para a utilização de medicamentos genéricos e limitações sobre a utilização dos medicamentos mais caros.
Este estudo, divulgado no site da Apifarma, também aborda as possíveis orientações e escolhas políticas que podem ajudar os governos na gestão de preços com a introdução de novos medicamentos, entre as quais «reforçar a cooperação entre os governos, reguladores e empresas farmacêuticas», «a colaboração e transparência na formulação de políticas» e «dar enfase aos cuidados crónicos, medicamentos especiais e doenças raras».
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30 de Março de 2015
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Despesa com medicamentos per capita em Portugal cai 5,9%