OM denuncia alegada coação à liberdade científica no Instituto Medicina Legal de Coimbra
30.04.2015
Carlos Cortes já pediu esclarecimentos à direção do INMLCF
O Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos (CRCOM), perante denúncias de alguns médicos, «condena os actos de alegada censura e coação à liberdade científica e de expressão de que estão a ser alvo alguns profissionais do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) de Coimbra».
De acordo com este Conselho Regional «em causa está a proibição, enviada por escrito, à participação científica de diversos médicos especialistas em Medicina Legal como oradores no IV Congresso Ibérico de Medicina Legal e Ciências Forenses, que decorrerá nos dias 1 e 2 de Maio, no Porto».
«O Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos não pode compactuar com alegados actos de censura científica e intelectual de que estão a ser alvo médicos da Medicina Legal, que, assim, não podem expressar as suas opiniões técnicas e contribuir para a divulgação científica», assume Carlos Cortes, presidente do CRCOM, num comunicado enviado à Imprensa.
«Mantendo-se esta incompreensível decisão da direcção do INMLCF, tal só prejudica a qualidade do congresso assim como a imagem internacional de Portugal na área médico-legal», critica o responsável, acrescentando que já solicitou esclarecimentos à direção da INMLCF, dando conhecimento ao Colégio da Especialidade.
15ML18j
29 de Abril de 2015
1518Pub4f15ML18J
Publicada originalmente em www.univadis.pt
De acordo com este Conselho Regional «em causa está a proibição, enviada por escrito, à participação científica de diversos médicos especialistas em Medicina Legal como oradores no IV Congresso Ibérico de Medicina Legal e Ciências Forenses, que decorrerá nos dias 1 e 2 de Maio, no Porto».
«O Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos não pode compactuar com alegados actos de censura científica e intelectual de que estão a ser alvo médicos da Medicina Legal, que, assim, não podem expressar as suas opiniões técnicas e contribuir para a divulgação científica», assume Carlos Cortes, presidente do CRCOM, num comunicado enviado à Imprensa.
«Mantendo-se esta incompreensível decisão da direcção do INMLCF, tal só prejudica a qualidade do congresso assim como a imagem internacional de Portugal na área médico-legal», critica o responsável, acrescentando que já solicitou esclarecimentos à direção da INMLCF, dando conhecimento ao Colégio da Especialidade.
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29 de Abril de 2015
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
OM denuncia alegada coação à liberdade científica no Instituto Medicina Legal de Coimbra