Clínicos gerais com 6 anos de exercício vão poder obter grau de MGF

25.05.2015

Projeto de despacho publicado no Boletim de Trabalho e Emprego
Os clínicos gerais que possuam seis anos de exercício efetivo de prestação de cuidados de saúde globais e continuados a inscritos em lista nominativa, e que têm desenvolvido funções próprias da Medicina Geral e Familiar (MGF) vão poder obter, a título excecional, o grau de especialista.

Pelo menos é o que diz o projeto de despacho (http://simuploads.simedicos.pt/075192846.pdf) publicado no Boletim de Trabalho e Emprego. De acordo com o documento, que está agora em apreciação pública, falta ainda aprovar a formação específica extraordinária para que seja atribuído esse grau de especialista em MGF, indicando o documento que esta regulamentação será publicada no prazo de 60 dias após aprovação do despacho.

Para aprovar a formação específica que os clínicos gerais necessitarão para a equiparação, os ministros das Finanças e da Saúde determinam a criação de um grupo de trabalho composto por representantes designados pelas seguintes entidades: Conselho Nacional do Internato Médico (que coordena), Ordem dos Médicos, Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar e Administração Central do Sistema de Saúde.

O Sindicato Independente dos Médicos, que divulga a iniciativa no seu jornal virtual, sublinha que «desde 2011 que os sindicatos médicos tinham este processo negociado com o Ministério da Saúde, apenas não concretizado pelas vicissitudes políticas e legislativas da época» e mostram «alguma preocupação pela não especificação, desde já, em Despacho do programa formativo, pelo esquecimento das unidades ponderadas para as referências à composição quantitativa das Listas de Utentes e pelo ignorar do papel das Coordenações de Internato de MGF».

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25 de Maio de 2015
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Publicada originalmente em www.univas.com 

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