Número de dadores de órgãos registou «o maior recorde de sempre»
por Teresa Mendes | 24.08.2015
Dados do Instituto Português do Sangue e da Transplantação
Nos primeiros seis meses deste ano o número de dadores de órgãos registou o «maior recorde de sempre», revelou a coordenadora nacional na área da transplantação, Ana França.
Segundo a agência Lusa, entre 1 de janeiro e 30 de junho foram registados 162 dadores, mais cinco do que em igual período de 2014.
De acordo com os dados do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, no primeiro semestre deste ano houve um aumento do número de dadores cadáver e de órgãos colhidos para níveis superiores aos de 2009, ano em que Portugal atingiu valores recorde.
Até junho deste ano foram colhidos 459 órgãos, número idêntico ao de 2014, indica o IPST.
«Estes dados fazem-nos animar. Animam-nos a prosseguir. É importante transmitir à população que estamos a trabalhar para minimizar os tempos de espera.
Quanto mais cedo os doentes forem transplantados, melhor qualidade de vida terão, e é para isso que nós lutamos», disse Ana França, adiantando que Portugal atingiu no primeiro semestre deste ano os 15,5 dadores por milhão de habitantes, acima dos 14,8 de 2009.
Nos primeiros seis meses deste ano o número de dadores de órgãos registou o «maior recorde de sempre», revelou a coordenadora nacional na área da transplantação, Ana França
De acordo com os dados do IPST, foram realizados até junho de 2015, 392 transplantes, tendo sido registado um aumento dos transplantes renais e do número de dadores vivos de rim, transplante hepático e cardíacos para níveis superiores aos de 2012. Os dados indicam ainda que 80% dos dadores morrem por causa médica, sendo a principal o acidente vascular cerebral (AVC).
15tm35c
24 de Agosto de 2015
1535Pub2f15TM35C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Segundo a agência Lusa, entre 1 de janeiro e 30 de junho foram registados 162 dadores, mais cinco do que em igual período de 2014.
De acordo com os dados do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, no primeiro semestre deste ano houve um aumento do número de dadores cadáver e de órgãos colhidos para níveis superiores aos de 2009, ano em que Portugal atingiu valores recorde.
Até junho deste ano foram colhidos 459 órgãos, número idêntico ao de 2014, indica o IPST.
«Estes dados fazem-nos animar. Animam-nos a prosseguir. É importante transmitir à população que estamos a trabalhar para minimizar os tempos de espera.
Quanto mais cedo os doentes forem transplantados, melhor qualidade de vida terão, e é para isso que nós lutamos», disse Ana França, adiantando que Portugal atingiu no primeiro semestre deste ano os 15,5 dadores por milhão de habitantes, acima dos 14,8 de 2009.
Nos primeiros seis meses deste ano o número de dadores de órgãos registou o «maior recorde de sempre», revelou a coordenadora nacional na área da transplantação, Ana França
De acordo com os dados do IPST, foram realizados até junho de 2015, 392 transplantes, tendo sido registado um aumento dos transplantes renais e do número de dadores vivos de rim, transplante hepático e cardíacos para níveis superiores aos de 2012. Os dados indicam ainda que 80% dos dadores morrem por causa médica, sendo a principal o acidente vascular cerebral (AVC).
15tm35c
24 de Agosto de 2015
1535Pub2f15TM35C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Número de dadores de órgãos registou «o maior recorde de sempre»