Saldo negativo do SNS agrava-se em julho
por Teresa Mendes | foto de "DR" | 26.08.2015
Dados da Direção-Geral do Orçamento
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) registou um saldo negativo de 71,8 milhões de euros no passado mês de julho, o que representa uma deterioração de 47,5 milhões de euros face ao período homólogo.
Os dados da execução financeira divulgados pela Direção-Geral do Orçamento mostram um aumento de 1,3% na despesa e de 0,3% na receita.
O aumento na despesa ficou a dever-se às compras de produtos farmacêuticos (4,3%), «resultado, maioritariamente, da introdução de novos medicamentos para hepatite C, aos fornecimentos e serviços externos (1,4%), onde se destacou o aumento em meios complementares de diagnóstico e terapêutica (4,3%), e às despesas com pessoal (0,6%), refletindo quer o efeito de base de 2014, que não incorporava ainda o impacto decorrente das decisões do Tribunal Constitucional, quer a reposição de 20% dos cortes salariais no ano de 2015», informa o relatório.
Já o aumento na receita resultou, principalmente, do acréscimo das transferências provenientes do Orçamento do Estado (1,3%) e, em menor grau, das receitas próprias provenientes das taxas moderadoras (11,4%) e dos jogos sociais (13,5%).
O aumento na despesa ficou a dever-se às compras de produtos farmacêuticos (4,3%), «resultado, maioritariamente, da introdução de novos medicamentos para hepatite C»
Em sentido contrário, contribuíram as receitas provenientes da venda de bens e serviços correntes (-12,3%) e as outras receitas (-27,5%), onde se incluem os rendimentos de propriedade.
O documento completo pode ser consultado aqui
15tm35i
26 de Agosto de 2015
1535Pub4f15TM35i
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Os dados da execução financeira divulgados pela Direção-Geral do Orçamento mostram um aumento de 1,3% na despesa e de 0,3% na receita.
O aumento na despesa ficou a dever-se às compras de produtos farmacêuticos (4,3%), «resultado, maioritariamente, da introdução de novos medicamentos para hepatite C, aos fornecimentos e serviços externos (1,4%), onde se destacou o aumento em meios complementares de diagnóstico e terapêutica (4,3%), e às despesas com pessoal (0,6%), refletindo quer o efeito de base de 2014, que não incorporava ainda o impacto decorrente das decisões do Tribunal Constitucional, quer a reposição de 20% dos cortes salariais no ano de 2015», informa o relatório.
Já o aumento na receita resultou, principalmente, do acréscimo das transferências provenientes do Orçamento do Estado (1,3%) e, em menor grau, das receitas próprias provenientes das taxas moderadoras (11,4%) e dos jogos sociais (13,5%).
O aumento na despesa ficou a dever-se às compras de produtos farmacêuticos (4,3%), «resultado, maioritariamente, da introdução de novos medicamentos para hepatite C»
Em sentido contrário, contribuíram as receitas provenientes da venda de bens e serviços correntes (-12,3%) e as outras receitas (-27,5%), onde se incluem os rendimentos de propriedade.
O documento completo pode ser consultado aqui
15tm35i
26 de Agosto de 2015
1535Pub4f15TM35i
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Saldo negativo do SNS agrava-se em julho