Apenas 18% das vítimas de traumatismo crânio encefálico tem acesso a terapia de reabilitação
por Teresa Mendes | 25.09.2015
Estudo «Impacto Sócio Familiar do Traumatismo Crânio Encefálico», elaborado pela Novamente
De acordo com o estudo «Impacto Sócio Familiar do Traumatismo Crânio Encefálico», elaborado pela Novamente – Associação de Apoio aos Traumatizados Crânio-Encefálicos (TCE) e Suas Famílias, 82% das vítimas de TCE, um ano após o acidente, não tem acesso a terapia de reabilitação, 65% ficou desempregado ou reformado, 73% perdeu o apoio da família “alargada”, 93% perdeu o apoio dos que eram seus amigos antes do acidente e 76% das vítimas apresenta sinais de ansiedade e depressão.
Do lado de quem cuida, o panorama é igualmente preocupante, pois ao fim de 12 meses, o estudo conclui que 48% dos cuidadores perdeu controlo das suas vidas, 70% não compreende o TCE e suas consequências, 77% sente-se emocionalmente esgotado, realçando 67% dos cuidadores o impacto negativo na sua própria saúde.
Destaque ainda para o facto de apenas 38% dos cuidadores ter conseguido regressar às condições profissionais anteriores ao acidente.
De acordo com o estudo «Impacto Sócio Familiar do Traumatismo Crânio Encefálico», elaborado pela Novamente, 82% das vítimas de TCE não tem acesso a terapia de reabilitação
O estudo, realizado em parceria com centros de Neurocirurgia dos hospitais públicos, entre 2011 e 2013, e com o apoio do Programa Operacional de Assistência técnica (POAT) do Fundo Social Europeu, será um dos temas em destaque da reunião anual desta Associação que promove, no próximo dia 28, um encontro com decisores, médicos, enfermeiros, técnicos de reabilitação e famílias, às 14h30, na sala 1 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
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25 de Setembro de 2015
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Publicado originalmente em www.univadis.pt
Do lado de quem cuida, o panorama é igualmente preocupante, pois ao fim de 12 meses, o estudo conclui que 48% dos cuidadores perdeu controlo das suas vidas, 70% não compreende o TCE e suas consequências, 77% sente-se emocionalmente esgotado, realçando 67% dos cuidadores o impacto negativo na sua própria saúde.
Destaque ainda para o facto de apenas 38% dos cuidadores ter conseguido regressar às condições profissionais anteriores ao acidente.
De acordo com o estudo «Impacto Sócio Familiar do Traumatismo Crânio Encefálico», elaborado pela Novamente, 82% das vítimas de TCE não tem acesso a terapia de reabilitação
O estudo, realizado em parceria com centros de Neurocirurgia dos hospitais públicos, entre 2011 e 2013, e com o apoio do Programa Operacional de Assistência técnica (POAT) do Fundo Social Europeu, será um dos temas em destaque da reunião anual desta Associação que promove, no próximo dia 28, um encontro com decisores, médicos, enfermeiros, técnicos de reabilitação e famílias, às 14h30, na sala 1 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
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25 de Setembro de 2015
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Publicado originalmente em www.univadis.pt
Apenas 18% das vítimas de traumatismo crânio encefálico tem acesso a terapia de reabilitação