«Membros da DGS não foram sancionados pelo TC»
por Teresa Mendes | foto de Arquivo "TM" L Ribeiro | 08.01.2016
Francisco George escreve carta aberta a repor a verdade dos factos
«A confiança dos cidadãos na sua Direção-Geral da Saúde (DGS) não pode ser beliscada, em nome da defesa dos interesses da saúde pública», defende o diretor-geral da Saúde numa carta aberta, a propósito de manchetes e títulos de notícias publicadas na última semana de 2015 que «puseram em causa a imagem da DGS, no seguimento de um Relatório do Tribunal de Contas que refere a existência injustificada de ações e de contas bancárias não referidas nos documentos de prestação de contas».
De acordo com Francisco George, «as contas bancárias citadas e os investimentos financeiros numa empresa do ramo imobiliário, para além de montantes sem significado, tiveram a sua génese na década de 80, algumas fruto da fusão na DGS de diversos serviços do Ministério da Saúde, e foram desconhecidas da atual Direção até 2014, que então procurou, de imediato, solucionar o estranho achado junto do Ministério das Finanças».
O responsável salienta que esta dupla circunstância – desconhecimento dos dirigentes e tentativa de resolução do problema – «foi relatada ao Tribunal de Contas (TC), que a reproduz no Relatório publicado, e motivou a relevação, ou seja, o “perdão” das eventuais infrações financeiras associadas, uma vez que foi reconhecida a ausência de dolo» e, como tal, «os membros da Direção não foram sancionados pelo TC».
«A confiança dos cidadãos na sua Direção-Geral da Saúde (DGS) não pode ser beliscada, em nome da defesa dos interesses da saúde pública», defende o diretor-geral da Saúde numa carta aberta
«É esta explicação, que repõe a verdade dos factos, que faltou nas notícias do final do ano, apesar de estar integralmente presente no Relatório que as motivou», lamenta o diretor-geral da Saúde.
16tm01s
8 de Janeiro de 2016
1601Pub6f16tm01S
Publicada originalmente em www.univadis.pt
De acordo com Francisco George, «as contas bancárias citadas e os investimentos financeiros numa empresa do ramo imobiliário, para além de montantes sem significado, tiveram a sua génese na década de 80, algumas fruto da fusão na DGS de diversos serviços do Ministério da Saúde, e foram desconhecidas da atual Direção até 2014, que então procurou, de imediato, solucionar o estranho achado junto do Ministério das Finanças».
O responsável salienta que esta dupla circunstância – desconhecimento dos dirigentes e tentativa de resolução do problema – «foi relatada ao Tribunal de Contas (TC), que a reproduz no Relatório publicado, e motivou a relevação, ou seja, o “perdão” das eventuais infrações financeiras associadas, uma vez que foi reconhecida a ausência de dolo» e, como tal, «os membros da Direção não foram sancionados pelo TC».
«A confiança dos cidadãos na sua Direção-Geral da Saúde (DGS) não pode ser beliscada, em nome da defesa dos interesses da saúde pública», defende o diretor-geral da Saúde numa carta aberta
«É esta explicação, que repõe a verdade dos factos, que faltou nas notícias do final do ano, apesar de estar integralmente presente no Relatório que as motivou», lamenta o diretor-geral da Saúde.
16tm01s
8 de Janeiro de 2016
1601Pub6f16tm01S
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Membros da DGS não foram sancionados pelo TC»