Carlos Cortes exige penalização para as empresas de contratação de médicos
por Teresa Mendes | 11.01.2016
CRC solidário com os médicos da UCSP de Oliveira do Hospital
Face ao Plano de Contingência da Gripe e numa altura em que o Ministério da Saúde pretende que os utentes passem sempre primeiro pelos cuidados de saúde primários para evitar a sobrecarga das Urgências Hospitalares «é inaceitável» que se verifiquem «graves deficiências» na resposta às populações por pare das estruturas locais de saúde, alerta Carlos Cortes, presidente do Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos (CRCOM).
É o caso do Serviço de Atendimento Permanente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Oliveira do Hospital, que «perante as falhas inaceitáveis de preenchimento de escala por parte de uma empresa de subcontratação médica ‘obriga’ os médicos daquele serviço a cumprir com dois turnos seguidos», informa o responsável num comunicado (http://omcentro.com/documentos-e-legislacao/comunicados/detalhe/26).
Carlos Cortes considera urgente uma intervenção da Administração Regional de Saúde do Centro de modo a pôr cobro a esta situação que se vem arrastando há alguns meses e que, desde o início deste ano, se agudizou.
A UCSP de Oliveira do Hospital, «perante as falhas inaceitáveis de preenchimento de escala por parte de uma empresa de subcontratação médica, ‘obriga’ os médicos daquele serviço a cumprir com dois turnos seguidos», alerta Carlos Cortes
«Está na hora de rescindir o contrato com esta empresa que está a provocar graves danos no desempenho profissional dos médicos da UCSP de Oliveira do Hospital e nos seus doentes», defende o responsável, que alerta ser tempo do Ministério da Saúde «resolver os problemas causados pelas empresas incumpridoras».
16tm02c
11 de Janeiro de 2016
1602Pub2f16TM02C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
É o caso do Serviço de Atendimento Permanente da Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Oliveira do Hospital, que «perante as falhas inaceitáveis de preenchimento de escala por parte de uma empresa de subcontratação médica ‘obriga’ os médicos daquele serviço a cumprir com dois turnos seguidos», informa o responsável num comunicado (http://omcentro.com/documentos-e-legislacao/comunicados/detalhe/26).
Carlos Cortes considera urgente uma intervenção da Administração Regional de Saúde do Centro de modo a pôr cobro a esta situação que se vem arrastando há alguns meses e que, desde o início deste ano, se agudizou.
A UCSP de Oliveira do Hospital, «perante as falhas inaceitáveis de preenchimento de escala por parte de uma empresa de subcontratação médica, ‘obriga’ os médicos daquele serviço a cumprir com dois turnos seguidos», alerta Carlos Cortes
«Está na hora de rescindir o contrato com esta empresa que está a provocar graves danos no desempenho profissional dos médicos da UCSP de Oliveira do Hospital e nos seus doentes», defende o responsável, que alerta ser tempo do Ministério da Saúde «resolver os problemas causados pelas empresas incumpridoras».
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11 de Janeiro de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Carlos Cortes exige penalização para as empresas de contratação de médicos