Ministro da Saúde e OM solicitam intervenção da IGAS sobre alegadas práticas de eutanásia no SNS
por Teresa Mendes | foto de "Dr" | 29.02.2016
Declarações da bastonária da OE
Considerando as declarações proferidas pela bastonária da Ordem dos Enfermeiros (OE), Ana Rita Cavaco, sobre alegadas práticas de eutanásia no Serviço Nacional de Saúde (SNS), o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, solicitou, com carater de urgência uma intervenção da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) com vista ao apuramento dos factos.
Num comunicado, o Ministério da Saúde reafirma «a sua total confiança nas instituições e nos profissionais do SNS».
A Ordem dos Médicos (OM) também já reagiu, dizendo-se «surpreendida» pelas declarações de Ana Rita Cavaco, que numa entrevista à Rádio Renascença afirmou taxativa e assumidamente que «a eutanásia já é praticada nos hospitais portugueses e que terá visto médicos sugerirem a administração de insulina a doentes em situação terminal para lhes causar o coma e provocar a morte, mesmo sem ‘pedido’ do doente».
Num comunicado, que resultou de uma reunião do Conselho Nacional Executivo da OM, este organismo informa que «irá enviar as declarações da senhora bastonária da OE para a IGAS, para o Ministério Público e para aos órgãos disciplinares competentes da OE, para os procedimentos tidos por convenientes».
A OM sublinha que as afirmações feitas «não podem passar em claro com a ligeireza com que foram proferidas, pois são difamatórias e atentam contra a dignidade de médicos e enfermeiros, pelo que devem ser provadas ou inequívoca e formalmente desmentidas»
Segundo o organismo, as afirmações feitas «não podem passar em claro com a ligeireza com que foram proferidas, pois são difamatórias e atentam contra a dignidade de médicos e enfermeiros, pelo que devem ser provadas ou inequívoca e formalmente desmentidas».
16tm09b
29 de Fevereiro de 2016
1609Pub2f16tm09b
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Num comunicado, o Ministério da Saúde reafirma «a sua total confiança nas instituições e nos profissionais do SNS».
A Ordem dos Médicos (OM) também já reagiu, dizendo-se «surpreendida» pelas declarações de Ana Rita Cavaco, que numa entrevista à Rádio Renascença afirmou taxativa e assumidamente que «a eutanásia já é praticada nos hospitais portugueses e que terá visto médicos sugerirem a administração de insulina a doentes em situação terminal para lhes causar o coma e provocar a morte, mesmo sem ‘pedido’ do doente».
Num comunicado, que resultou de uma reunião do Conselho Nacional Executivo da OM, este organismo informa que «irá enviar as declarações da senhora bastonária da OE para a IGAS, para o Ministério Público e para aos órgãos disciplinares competentes da OE, para os procedimentos tidos por convenientes».
A OM sublinha que as afirmações feitas «não podem passar em claro com a ligeireza com que foram proferidas, pois são difamatórias e atentam contra a dignidade de médicos e enfermeiros, pelo que devem ser provadas ou inequívoca e formalmente desmentidas»
Segundo o organismo, as afirmações feitas «não podem passar em claro com a ligeireza com que foram proferidas, pois são difamatórias e atentam contra a dignidade de médicos e enfermeiros, pelo que devem ser provadas ou inequívoca e formalmente desmentidas».
16tm09b
29 de Fevereiro de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Ministro da Saúde e OM solicitam intervenção da IGAS sobre alegadas práticas de eutanásia no SNS