Regresso às 35 horas vai custar entre 28 a 40 milhões de euros
por Teresa Mendes | foto de Arquivo "TM" | 02.03.2016
Ministro da Saúde ouvido no Parlamento
A contratação de mais enfermeiros e assistentes operacionais para compensar o regresso ao regime das 35 horas semanais que arrancará em julho, vai implicar, de acordo com o ministro da Saúde, «uma despesa suplementar que oscilará entre 28 a 40 milhões de euros no último semestre deste ano».
Adalberto Campos Fernandes, ouvido hoje na Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, sublinhou que há no orçamento uma «folga de 55 milhões de euros» que permitirá que sejam acautelados três aspetos: «a provável necessidade de recrutamento de mais enfermeiros e assistentes operacionais como resultado da entrada em vigor do regime das 35 horas semanais; dar concretização aos acordos coletivos assinados pelo anterior Governo, relativamente à evolução da carreira dos médicos; e também para a fazer face à harmonização da carreira de enfermagem.»
Antes, na Comissão Parlamentar de Saúde, ouvido sobre o «Reforço da capacidade de resposta do SNS» a pedido do PCP, o dirigente admitiu que quer diminuir substancialmente as horas extraordinárias dos médicos que trabalham no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A contratação de mais enfermeiros e assistentes operacionais para compensar o regresso ao regime das 35 horas semanais que arrancará em julho, vai implicar, de acordo com o ministro da Saúde, «uma despesa suplementar que oscilará entre 28 a 40 milhões de euros no último semestre deste ano»
«O recurso a horas extraordinárias deve representar, numa organização funcional, 3 a 4% do total e não 10 a 12% como tem acontecido nos últimos anos», afirmou.
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2 de Março de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Adalberto Campos Fernandes, ouvido hoje na Comissão Parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, sublinhou que há no orçamento uma «folga de 55 milhões de euros» que permitirá que sejam acautelados três aspetos: «a provável necessidade de recrutamento de mais enfermeiros e assistentes operacionais como resultado da entrada em vigor do regime das 35 horas semanais; dar concretização aos acordos coletivos assinados pelo anterior Governo, relativamente à evolução da carreira dos médicos; e também para a fazer face à harmonização da carreira de enfermagem.»
Antes, na Comissão Parlamentar de Saúde, ouvido sobre o «Reforço da capacidade de resposta do SNS» a pedido do PCP, o dirigente admitiu que quer diminuir substancialmente as horas extraordinárias dos médicos que trabalham no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A contratação de mais enfermeiros e assistentes operacionais para compensar o regresso ao regime das 35 horas semanais que arrancará em julho, vai implicar, de acordo com o ministro da Saúde, «uma despesa suplementar que oscilará entre 28 a 40 milhões de euros no último semestre deste ano»
«O recurso a horas extraordinárias deve representar, numa organização funcional, 3 a 4% do total e não 10 a 12% como tem acontecido nos últimos anos», afirmou.
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2 de Março de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Regresso às 35 horas vai custar entre 28 a 40 milhões de euros