Cirurgiões portugueses praticam técnica ímpar
01.04.2016
Confirmação de género
The Journal Minimally Invasive Surgery (J Minim Invasive Surg 2016;23: 404-409) publica este mês um artigo de Gomes de Costa et al., que descreve a vaginectomia no contexto da histerectomia vaginal laparoscopicamente assistida em 23 homens transgénero procurando cirurgia de confirmação de género.
Trata-se, segundo os autores, de uma técnica impar em todo o Mundo, documentada e aceite.
E a cirurgia é corrente e praticada no Hospital de Santa Maria, em Lisboa; a última foi realizada em 21 de março e a próxima está programada para 11 do corrente.
Num editorial que acompanha o artigo, Cécile Unger, do Centro de Uroginecologia and Cirurgia Pélvica Reconstrutiva, da Cleveland Clinic, dos Estados Unidos, lembra que a literatura sobre resultados e complicações associadas a cirurgias de confirmação de género continua a ser escassa, e elogia os cirurgiões portugueses por partilharem as suas técnicas e oferecerem um novo ponto de vista sobre o momento da realização da vaginectomia – em simultâneo com a histerectomia –, intervenção que se demonstrou praticável e segura, e permite a utilização da vagina restante para construir a neo-uretra.
16JPO16B
1 de Abril de 2016
1613Pub6f16JPO16B
Trata-se, segundo os autores, de uma técnica impar em todo o Mundo, documentada e aceite.
E a cirurgia é corrente e praticada no Hospital de Santa Maria, em Lisboa; a última foi realizada em 21 de março e a próxima está programada para 11 do corrente.
Num editorial que acompanha o artigo, Cécile Unger, do Centro de Uroginecologia and Cirurgia Pélvica Reconstrutiva, da Cleveland Clinic, dos Estados Unidos, lembra que a literatura sobre resultados e complicações associadas a cirurgias de confirmação de género continua a ser escassa, e elogia os cirurgiões portugueses por partilharem as suas técnicas e oferecerem um novo ponto de vista sobre o momento da realização da vaginectomia – em simultâneo com a histerectomia –, intervenção que se demonstrou praticável e segura, e permite a utilização da vagina restante para construir a neo-uretra.
16JPO16B
1 de Abril de 2016
1613Pub6f16JPO16B
Cirurgiões portugueses praticam técnica ímpar