ANEM exige solução urgente para deterioração da formação médica
por Teresa Mendes | foto de "DR"" | 04.04.2016
Associação apela «ao diálogo» entre os ministérios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Saú
A Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM) lamenta que «após anos de discussão ainda não tenham sido tomadas medidas governativas para solucionar as atuais condições de formação médica portuguesa que terá, se nada for feito no imediato, duras consequências para a qualidade da saúde em Portugal».
Num comunicado, a Associação chama a atenção para o «excesso de estudantes nas escolas médicas» e consequente «degradação das condições de ensino», apelando «ao diálogo entre os ministérios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Saúde».
A ANEM apela ainda a que se pratiquem boas políticas de gestão de recursos humanos, para que seja possível definir um número de vagas para cada especialidade de acordo com as necessidades e uma distribuição equilibrada de médicos em Portugal, recordando que «em média, no ensino clínico pré-graduado, temos cerca de 8 estudantes por tutor, sendo que em alguns casos chegam a ser 18 para um tutor» e que «Portugal continua a ser um dos 10 países da OCDE com mais médicos licenciados e com um número de estudantes inscritos nas escolas médicas superior às reais necessidades do país».
A ANEM lamenta que «após anos de discussão ainda não tenham sido tomadas medidas governativas para solucionar as atuais condições de formação médica portuguesa que terá, se nada for feito no imediato, duras consequências para a qualidade da saúde em Portugal»
Recorde-se que para contrariar esta situação a ANEM enviou recentemente uma proposta ao Governo apelando ao Planeamento Integrado da Formação Médica em Portugal, tendo igualmente requerido uma audiência a ambos os ministérios, encontrando-se neste momento «a aguardar resposta».
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4 de Abril de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Num comunicado, a Associação chama a atenção para o «excesso de estudantes nas escolas médicas» e consequente «degradação das condições de ensino», apelando «ao diálogo entre os ministérios da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Saúde».
A ANEM apela ainda a que se pratiquem boas políticas de gestão de recursos humanos, para que seja possível definir um número de vagas para cada especialidade de acordo com as necessidades e uma distribuição equilibrada de médicos em Portugal, recordando que «em média, no ensino clínico pré-graduado, temos cerca de 8 estudantes por tutor, sendo que em alguns casos chegam a ser 18 para um tutor» e que «Portugal continua a ser um dos 10 países da OCDE com mais médicos licenciados e com um número de estudantes inscritos nas escolas médicas superior às reais necessidades do país».
A ANEM lamenta que «após anos de discussão ainda não tenham sido tomadas medidas governativas para solucionar as atuais condições de formação médica portuguesa que terá, se nada for feito no imediato, duras consequências para a qualidade da saúde em Portugal»
Recorde-se que para contrariar esta situação a ANEM enviou recentemente uma proposta ao Governo apelando ao Planeamento Integrado da Formação Médica em Portugal, tendo igualmente requerido uma audiência a ambos os ministérios, encontrando-se neste momento «a aguardar resposta».
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4 de Abril de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
ANEM exige solução urgente para deterioração da formação médica