Aumentam o saldo negativo do SNS e os pagamentos em atraso dos hospitais
por Teresa Mendes | 27.04.2016
Execução financeira relativa a março
A execução financeira do SNS apresentou um saldo negativo de 91,9 milhões de euros em março, o que representa uma deterioração de 18,9 milhões de euros face ao período homólogo.
Segundo os dados revelados pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), a despesa aumentou 3,6% e a receita subiu 2,8%.
O aumento na despesa ficou a dever-se, de acordo com o documento, maioritariamente, às despesas com pessoal (3,9%) e fornecimentos e serviços externos (3,7%), destacando-se o aumento com os meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) e outros subcontratos (9,1%). Em sentido contrário, a DGO destaca a redução nos encargos com os hospitais em parceria público-privado (PPP) (-4,5%) e com produtos vendidos em farmácias (-0,2%).
Já a variação positiva na receita resultou, essencialmente, do acréscimo das transferências correntes (2,9%), as quais advêm maioritariamente do Orçamento do Estado, e das receitas provenientes dos jogos sociais (18,7%). Por outro lado, registou-se uma redução nas receitas provenientes de taxas moderadoras (-9,9%) e de vendas de bens e serviços correntes (-14,2%).
Relativamente aos pagamentos em atraso das entidades públicas registou-se um aumento de 15 milhões de euros face ao mês anterior, situando-se em 1.029 milhões de euros, tendo contribuído para este resultado «sobretudo o aumento verificado no subsetor da saúde (14 milhões de euros), em particular nos hospitais EPE (11 milhões de euros)».
No final do primeiro trimestre, e face ao final de 2015, o aumento dos pagamentos em atraso ascendia a 109 milhões de euros, dos quais 98 milhões de euros dizem respeito aos hospitais EPE.
A execução financeira do SNS apresentou um saldo negativo de 91,9 milhões de euros em março, o que representa uma deterioração de 18,9 milhões de euros face ao período homólogo
O documento da DGO pode ser consultado na íntegra aqui
16tm17h
27 de Abril de 2016
1617Pub4f16tm17h
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Segundo os dados revelados pela Direção-Geral do Orçamento (DGO), a despesa aumentou 3,6% e a receita subiu 2,8%.
O aumento na despesa ficou a dever-se, de acordo com o documento, maioritariamente, às despesas com pessoal (3,9%) e fornecimentos e serviços externos (3,7%), destacando-se o aumento com os meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) e outros subcontratos (9,1%). Em sentido contrário, a DGO destaca a redução nos encargos com os hospitais em parceria público-privado (PPP) (-4,5%) e com produtos vendidos em farmácias (-0,2%).
Já a variação positiva na receita resultou, essencialmente, do acréscimo das transferências correntes (2,9%), as quais advêm maioritariamente do Orçamento do Estado, e das receitas provenientes dos jogos sociais (18,7%). Por outro lado, registou-se uma redução nas receitas provenientes de taxas moderadoras (-9,9%) e de vendas de bens e serviços correntes (-14,2%).
Relativamente aos pagamentos em atraso das entidades públicas registou-se um aumento de 15 milhões de euros face ao mês anterior, situando-se em 1.029 milhões de euros, tendo contribuído para este resultado «sobretudo o aumento verificado no subsetor da saúde (14 milhões de euros), em particular nos hospitais EPE (11 milhões de euros)».
No final do primeiro trimestre, e face ao final de 2015, o aumento dos pagamentos em atraso ascendia a 109 milhões de euros, dos quais 98 milhões de euros dizem respeito aos hospitais EPE.
A execução financeira do SNS apresentou um saldo negativo de 91,9 milhões de euros em março, o que representa uma deterioração de 18,9 milhões de euros face ao período homólogo
O documento da DGO pode ser consultado na íntegra aqui
16tm17h
27 de Abril de 2016
1617Pub4f16tm17h
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Aumentam o saldo negativo do SNS e os pagamentos em atraso dos hospitais