96% dos utentes assistidos ou internados no IPO de Lisboa mostram-se satisfeitos com os cuidados prestados

por Teresa Mendes | foto de "DR" | 13.07.2016

Doentes gostavam de ver o diálogo médico/doente melhorado
De acordo com um inquérito realizado pelo Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, 96% dos utentes assistidos ou internados naquele Instituto mostraram-se satisfeitos com os cuidados prestados.

Com o objetivo de «conhecer o grau de satisfação dos seus utentes, as suas necessidades e expetativas», de 16 de novembro a 15 de dezembro de 2015, o IPO de Lisboa distribuiu inquéritos aos utentes em ambulatório e aos pacientes internados.

Os dados, analisados pela Gestão da Qualidade e Risco, permitem concluir «um elevado grau de satisfação dos utentes assistidos». 

«No global, dos 2297 doentes de ambulatório e dos 175 do internamento que responderam ao inquérito, 96% mostraram-se satisfeitos com os cuidados prestados», revela um comunicado do Instituto.

Relativamente às várias áreas, o atendimento pelo secretariado «deixou 66% dos doentes muito satisfeitos, 32% satisfeitos e 2% ficaram insatisfeitos, muito insatisfeitos ou não manifestaram opinião».

No que diz respeito à assistência pelas equipas médicas, «63% declararam-se muito satisfeitos, 34% satisfeitos, 2% por cento ficaram insatisfeitos e 1% muito insatisfeito».

Quanto à assistência pela enfermagem, «57% dos utentes consideram-se muito satisfeitos, 36 % ficaram satisfeitos, 2% disseram-se insatisfeitos e muito insatisfeitos e 5% não manifestaram qualquer opinião».

As instalações do IPO de Lisboa agradaram à grande maioria dos doentes, «com 39% muito satisfeitos, 55% satisfeitos, 4% insatisfeitos, 1% muito insatisfeito e 1% não emitiu qualquer opinião».

Para melhorar o conforto e a qualidade do atendimento, os pacientes fizeram muitas sugestões, entre as quais «melhorar o sistema de marcação de consultas, os tempos de espera para atendimento e avisar quando há atrasos significativos, a circulação do processo clínico em papel» ou ainda «melhorar o diálogo médico/doente (muitas vezes difíceis de contatar para dar informações aos familiares)». 

De acordo com um inquérito realizado pelo IPO de Lisboa, 96% dos utentes assistidos ou internados naquele Instituto mostraram-se satisfeitos com os cuidados prestados 

É ainda assinalada a necessidade de «melhorar a limpeza das instalações sanitárias, aumentar o sinal da internet free guest» ou «a confeção de refeições com mais legumes».

Mais informações podem ser consultadas aqui

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13 de Julho de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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