«Não se justifica a existência de qualquer dúvida em relação aos genéricos disponíveis em Portugal»
por Teresa Mendes | 10.08.2016
Infarmed atesta qualidade dos genéricos
O Infarmed afirma, num comunicado de Imprensa, que «não se justifica a existência de qualquer dúvida em relação aos genéricos disponíveis em Portugal», garantindo ainda que o sistema tem verificado que «estão assegurados os requisitos de qualidade» destes fármacos.
Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento, entre 2004 e junho de 2016 foram analisados 12.340 medicamentos e produtos de saúde (cosméticos e dispositivos médicos) pelo Laboratório do Infarmed, dos quais 2287 eram medicamentos genéricos.
Esta fatia corresponde a 53% dos genéricos que se encontram no mercado (4236).
Os medicamentos genéricos analisados «correspondem a 450 substâncias distintas e, no grupo das 30 com maior número de análises efetuadas, destacam-se as que dão resposta em áreas terapêuticas do aparelho cardiovascular, digestivo e sistema nervoso central», pode ler-se no comunicado, que assegura que «o sistema tem verificado que estão assegurados os requisitos de qualidade dos medicamentos disponíveis em utilização».
Em relação ao número de lotes analisados (5027), houve recolha de 76 neste período e apenas 35 eram genéricos. Ou seja, «as recolhas por não conformidade correspondem a apenas 1,5% do total de lotes, seja no caso dos medicamentos de marca ou dos genéricos», apresentando valores são semelhantes aos do sistema europeu.
No que respeita às reações adversas, o organismo adianta ainda que «foram notificadas 6854 entre 2013 e 2015», entre as quais 1221 eram referentes a genéricos, ou seja, 17,8% do universo total.
Já «a frequência de reações adversas graves – em comparação com as não-graves - é idêntica no caso dos genéricos (com 53,6%) e no total dos medicamentos (56,3%)», conclui o Infarmed.
O Infarmed garante que o sistema tem verificado que «estão assegurados os requisitos de qualidade» destes fármacos
O comunicado pode ser consultado aqui
16tm32i
10 de Agosto de 2016
1632Pub4f16tm32i
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Segundo a Autoridade Nacional do Medicamento, entre 2004 e junho de 2016 foram analisados 12.340 medicamentos e produtos de saúde (cosméticos e dispositivos médicos) pelo Laboratório do Infarmed, dos quais 2287 eram medicamentos genéricos.
Esta fatia corresponde a 53% dos genéricos que se encontram no mercado (4236).
Os medicamentos genéricos analisados «correspondem a 450 substâncias distintas e, no grupo das 30 com maior número de análises efetuadas, destacam-se as que dão resposta em áreas terapêuticas do aparelho cardiovascular, digestivo e sistema nervoso central», pode ler-se no comunicado, que assegura que «o sistema tem verificado que estão assegurados os requisitos de qualidade dos medicamentos disponíveis em utilização».
Em relação ao número de lotes analisados (5027), houve recolha de 76 neste período e apenas 35 eram genéricos. Ou seja, «as recolhas por não conformidade correspondem a apenas 1,5% do total de lotes, seja no caso dos medicamentos de marca ou dos genéricos», apresentando valores são semelhantes aos do sistema europeu.
No que respeita às reações adversas, o organismo adianta ainda que «foram notificadas 6854 entre 2013 e 2015», entre as quais 1221 eram referentes a genéricos, ou seja, 17,8% do universo total.
Já «a frequência de reações adversas graves – em comparação com as não-graves - é idêntica no caso dos genéricos (com 53,6%) e no total dos medicamentos (56,3%)», conclui o Infarmed.
O Infarmed garante que o sistema tem verificado que «estão assegurados os requisitos de qualidade» destes fármacos
O comunicado pode ser consultado aqui
16tm32i
10 de Agosto de 2016
1632Pub4f16tm32i
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Não se justifica a existência de qualquer dúvida em relação aos genéricos disponíveis em Portugal»