Programas de promoção da alimentação saudável são inconsistentes e sem fundamentação
por Teresa Mendes | 22.08.2016
Investigadoras publicam estudo com o apoio da DGS
Com o apoio da Direção-Geral da Saúde (DGS), duas investigadoras avaliaram 29 programas de promoção de alimentação saudável e/ou atividade física realizados entre 2001 e 2015 em Portugal, concluindo que «existem vários obstáculos à melhoria e replicação futura destes projetos».
De acordo com Jessica Filipe e Cristina Godinho, a quantidade de informação disponibilizada é «insuficiente», a terminologia usada é «inconsistente» os desenhos e processos de avaliação não estão otimizados e é «frequente a ausência de uma fundamentação teórica e empírica das atividades e metodologias selecionadas».
A insuficiência de recursos financeiros disponíveis é outro dos obstáculos apontados pelas autoras.
«Esta fragilidade torna a sua manutenção difícil, prejudicando a alocação de recursos materiais vitais para o seu desenvolvimento, assim como o envolvimento desejável de todas as partes, com graves repercussões para a sua sustentabilidade a médio e longo prazo», lê-se na apresentação do estudo, que está disponível para consulta aqui
Com o apoio da Direção-Geral da Saúde, duas investigadoras avaliaram 29 programas de promoção de alimentação saudável e/ou atividade física realizados entre 2001 e 2015 em Portugal, concluindo que «existem vários obstáculos à melhoria e replicação futura destes projetos»
As investigadoras defendem ainda que «há ainda muito trabalho por fazer e muito apoio a dar a todos os profissionais de saúde e da educação que obstinadamente teimam em realizar estas atividades de serviço público, muitas vezes sem quaisquer condições e com horas pessoais de trabalho extra dado em prol de uma sociedade melhor e com mais saúde para as crianças portuguesas».
16tm34c
22 de Agosto de 2016
1634Pub2f16tm34C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
De acordo com Jessica Filipe e Cristina Godinho, a quantidade de informação disponibilizada é «insuficiente», a terminologia usada é «inconsistente» os desenhos e processos de avaliação não estão otimizados e é «frequente a ausência de uma fundamentação teórica e empírica das atividades e metodologias selecionadas».
A insuficiência de recursos financeiros disponíveis é outro dos obstáculos apontados pelas autoras.
«Esta fragilidade torna a sua manutenção difícil, prejudicando a alocação de recursos materiais vitais para o seu desenvolvimento, assim como o envolvimento desejável de todas as partes, com graves repercussões para a sua sustentabilidade a médio e longo prazo», lê-se na apresentação do estudo, que está disponível para consulta aqui
Com o apoio da Direção-Geral da Saúde, duas investigadoras avaliaram 29 programas de promoção de alimentação saudável e/ou atividade física realizados entre 2001 e 2015 em Portugal, concluindo que «existem vários obstáculos à melhoria e replicação futura destes projetos»
As investigadoras defendem ainda que «há ainda muito trabalho por fazer e muito apoio a dar a todos os profissionais de saúde e da educação que obstinadamente teimam em realizar estas atividades de serviço público, muitas vezes sem quaisquer condições e com horas pessoais de trabalho extra dado em prol de uma sociedade melhor e com mais saúde para as crianças portuguesas».
16tm34c
22 de Agosto de 2016
1634Pub2f16tm34C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Programas de promoção da alimentação saudável são inconsistentes e sem fundamentação