Receita Sem Papel chega a 90% no SNS
24.08.2016
Dados a 18 de agosto da SPMS
O projeto nacional da Receita Sem Papel (RSP) atingiu os 90% em todo o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Fora do SNS já representa 20%, «com tendência para continuar a aumentar».
Segundo dados a 18 de agosto da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), é na Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo onde este sistema está mais implementado (96%), seguida da ARS do Centro (94,21%) e da ARS do Algarve (90,1%). A ARS de Lisboa e Vale do Tejo e a ARS do Norte mantêm valores muito próximos, com 88,76% e 88,42% respetivamente.
No que diz respeito aos resultados gerais do setor privado, a ARS do Algarve destaca-se com 27,84% de receitas eletrónicas, seguindo-se a ARS de Lisboa e Vale do Tejo com 21,79%, a ARS do Norte (16,71%), a ARS do Centro (16,45%) e a ARS do Alentejo com 6%.
De acordo com a SPMS, os valores registados demonstram o «enorme crescimento da implementação da RSP no SNS, comprovando que os objetivos estabelecidos pelo Ministério da Saúde têm sido amplamente superados».
O projeto nacional da Receita Sem Papel (RSP) atingiu os 90% em todo o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Fora do SNS já representa 20%, «com tendência para continuar a aumentar»
Recorde-se que a RSP é obrigatória em todas as instituições do SNS, desde 1 de abril, e tem como objetivos reduzir custos, combater a fraude, otimizar recursos disponíveis e obter ganhos ambientais.
O comunicado está disponível aqui
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24 de Agosto de 2016
1634Pub4f16tm34K
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Fora do SNS já representa 20%, «com tendência para continuar a aumentar».
Segundo dados a 18 de agosto da Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), é na Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo onde este sistema está mais implementado (96%), seguida da ARS do Centro (94,21%) e da ARS do Algarve (90,1%). A ARS de Lisboa e Vale do Tejo e a ARS do Norte mantêm valores muito próximos, com 88,76% e 88,42% respetivamente.
No que diz respeito aos resultados gerais do setor privado, a ARS do Algarve destaca-se com 27,84% de receitas eletrónicas, seguindo-se a ARS de Lisboa e Vale do Tejo com 21,79%, a ARS do Norte (16,71%), a ARS do Centro (16,45%) e a ARS do Alentejo com 6%.
De acordo com a SPMS, os valores registados demonstram o «enorme crescimento da implementação da RSP no SNS, comprovando que os objetivos estabelecidos pelo Ministério da Saúde têm sido amplamente superados».
O projeto nacional da Receita Sem Papel (RSP) atingiu os 90% em todo o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Fora do SNS já representa 20%, «com tendência para continuar a aumentar»
Recorde-se que a RSP é obrigatória em todas as instituições do SNS, desde 1 de abril, e tem como objetivos reduzir custos, combater a fraude, otimizar recursos disponíveis e obter ganhos ambientais.
O comunicado está disponível aqui
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24 de Agosto de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Receita Sem Papel chega a 90% no SNS