Setor farmacêutico português apontado como exemplo pela FIP

30.08.2016

1,6 milhões de portugueses receberam vacinas e medicamentos injetáveis nas farmácias
Portugal foi escolhido pela Federação Internacional Farmacêutica (FIP) como exemplo de boas práticas de intervenção das farmácias, em particular no alargamento das iniciativas de vacinação, informa a Associação Nacional das Farmácias (ANF) num comunicado.

No Global Report da FIP, divulgado no passado dia 27, dedicado ao papel da intervenção farmacêutica na administração de medicamentos, com enfoque nas atividades de vacinação, é salientado que «em Portugal, os farmacêuticos estão envolvidos ativamente em iniciativas de promoção da imunização, por exemplo, através da identificação e do aconselhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade (...) e do seu reencaminhamento para os seus médicos».

Aliás, e de acordo com a publicação, estima-se que, desde 2007, mais de 1,3 milhões de portugueses tenham sido vacinados nas farmácias, a que se somam mais de 300 mil administrações de medicamentos injetáveis.

Presente na apresentação mundial do relatório, o presidente da ANF, Paulo Cleto Duarte, descreveu a referência ao exemplo português como «o reconhecimento internacional que confirma o que diariamente os portugueses conhecem e nos transmitem: confiança, satisfação e segurança na administração de vacinas e medicamentos injetáveis por farmacêuticos certificados nas nossas farmácias».

Este estudo surge numa altura em que o Presidente da República promulgou o diploma que alarga a prestação de serviços de intervenção em saúde pública pelas farmácias comunitárias.

Na prática, passa a ser permitida a venda de medicamentos oncológicos e para o VIH/sida em algumas farmácias comunitárias, uma medida que visa facilitar o acesso dos doentes e garantir a sua adesão terapêutica.

Portugal foi escolhido pela Federação Internacional Farmacêutica (FIP) como exemplo de boas práticas de intervenção das farmácias, em particular no alargamento das iniciativas de vacinação 

Recorde-se, no entanto, que Marcelo Rebelo de Sousa aconselhou na nota emitida pelo Palácio de Belém, uma «mais ampla audição das entidades interessadas e menor remissão para diplomas administrativos».

Consulte o relatório

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30 de Agosto de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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