Keytruda® da MSD aprovada pela CE

foto de "DR" | 01.09.2016

Para doentes com CPCNP avançado cujos tumores expressam PD-L1
A Comissão Europeia (CE) aprovou Keytruda® (pembrolizumab), a terapêutica anti-PD-1 da MSD, na dose de 2 mg/kg a cada três semanas, para doentes com cancro do pulmão de células não-pequenas (CPCNP) localmente avançado ou metastático em doentes cujos tumores expressam PD-L1 e que tenham recebido pelo menos um esquema de tratamento prévio com quimioterapia.

Doentes com mutações tumorais positivas EGFR ou ALK devem também ter recebido a terapêutica aprovada para essas mutações antes do tratamento com pembrolizumab.

Esta aprovação, salienta a MSD num comunicado, permite a comercialização do fármaco em todos os 28 estados membros da União Europeia.

Baseada em dados do estudo piloto KEYNOTE-010, que demonstrou que Keytruda® melhorava significativamente a sobrevivência global (SG) em comparação com a quimioterapia padrão instituída, esta aprovação «marca um avanço significativo para os médicos de toda a Europa e os seus doentes com cancro do pulmão avançado, um dos cancros mais comuns e desafiantes», afirma Deepak Khanna, vice-presidente sénior e presidente regional da Oncologia da MSD Europa. Segundo o responsável, «os dados que apoiam esta aprovação demonstram o potencial de Keytruda® no CPCNP avançado e a importância da seleção dos doentes apropriados para tratamento. Ansiamos por levar esta imunoterapia aos doentes na Europa tão rapidamente quanto possível».

A CE aprovou Keytruda® (pembrolizumab), a terapêutica anti-PD-1 da MSD para doentes com CPCNP localmente avançado ou metastático em doentes cujos tumores expressam PD-L1 e que tenham recebido pelo menos um esquema de tratamento prévio com quimioterapia

Para Luis Paz-Ares, secretário do Departamento de Oncologia Médica do Hospital Universitário de Madrid, Espanha, «o benefício de sobrevivência observado em doentes previamente tratados que expressam PD-L1 é promissor», acrescentando que «existe uma necessidade não satisfeita significativa para os doentes com cancro do pulmão, e com esta aprovação temos agora uma nova opção de tratamento personalizado que utiliza a determinação de biomarcadores para prever quais são os doentes com maior probabilidade de beneficiar do tratamento».

16tm35n
01 de Setembro de 2016
1635Pub5f16tm35N

Publicada originalmente em www.univadis.pt

E AINDA

por Manuel Tavares de Matos | 06.11.2018

Dores nas costas como  sintoma de espondilartrose

 Opinião de Manuel Tavares de Matos<br /> <br /> A espondilartrose é uma doença que afeta as artic...

por Teresa Mendes | 06.11.2018

Projeto INCLUIR em discussão pública

A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) e a Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade...

06.11.2018

«Não podemos continuar a fingir que não existem milhares de cuidadores»

A propósito do Dia do Cuidador, assinalado esta segunda-feira, o Presidente da República renovou o a...

06.11.2018

Marcelo quer alargamento da vacinação contra o HPV aos homens

O Presidente da República elogiou a «continuidade institucional» no que respeita à política de vacin...

por Teresa Mendes | 06.11.2018

Marta Temido quer regresso a modelo de autonomia de gestão nos hospitais

Em 2019, o Governo pretende «um regresso progressivo a um modelo de organização promotor de autonomi...

por Teresa Mendes | 06.11.2018

Médicos do CHLN prejudicados em seis horas extra por semana

Há mais de um ano que alguns médicos especialistas do Centro Hospitalar de Lisboa Norte (CHLN) além...

A reprodução total ou parcial deste site é proibida,
excepto se autorizada expressa e previamente pela Impremédica, Imprensa Médica, Lda.,
nos termos da legislação em vigor.