«“Geringonça” deveria colocar nomeações políticas na agenda»
por Teresa Mendes | 02.09.2016
Comunicado do Sindicato dos Médicos da Zona Sul
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) alerta para a «promiscuidade entre a suposta escolha técnica e a escolha orientada pelo partido do Governo» no que se refere às nomeações para a Administração Pública.
Num comunicado, o SMZC dá o exemplo concreto da recente nomeação, a 1 de setembro, do novo vogal do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Centro (Mário Guedes Ruivo), num despacho assinado pelo ministro da Saúde (anexo), onde sublinha que o escolhido «” (...) evidencia a competência técnica, aptidão, experiência profissional e formação adequadas ao exercício das respetivas funções”».
«Surpreendentemente ou não, ao analisarmos o dito currículo publicado em Diário da República, não conseguimos vislumbrar as ditas competências, visto que além de deputado da nação pelo Partido Socialista, só há referência a lugares de nomeação e ainda por cima, nenhum deles relacionado com o sector da saúde», alerta o sindicato, considerando que «não restam dúvidas de que a geringonça deveria colocar na sua agenda de trabalho esta temática das nomeações “políticas”».
O SMZS considera igualmente que a criação da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP) que pretendeu supostamente assumir um modelo de separação entre a esfera técnica e a esfera política não resolver o problema de fundo.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) alerta para a «promiscuidade entre a suposta escolha técnica e a escolha orientada pelo partido do Governo»
O comunicado pode ser consultado aqui
16tm35q
2 de Setembro de 2016
1635Pub6f16tm35Q
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Num comunicado, o SMZC dá o exemplo concreto da recente nomeação, a 1 de setembro, do novo vogal do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Centro (Mário Guedes Ruivo), num despacho assinado pelo ministro da Saúde (anexo), onde sublinha que o escolhido «” (...) evidencia a competência técnica, aptidão, experiência profissional e formação adequadas ao exercício das respetivas funções”».
«Surpreendentemente ou não, ao analisarmos o dito currículo publicado em Diário da República, não conseguimos vislumbrar as ditas competências, visto que além de deputado da nação pelo Partido Socialista, só há referência a lugares de nomeação e ainda por cima, nenhum deles relacionado com o sector da saúde», alerta o sindicato, considerando que «não restam dúvidas de que a geringonça deveria colocar na sua agenda de trabalho esta temática das nomeações “políticas”».
O SMZS considera igualmente que a criação da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP) que pretendeu supostamente assumir um modelo de separação entre a esfera técnica e a esfera política não resolver o problema de fundo.
O Sindicato dos Médicos da Zona Sul (SMZS) alerta para a «promiscuidade entre a suposta escolha técnica e a escolha orientada pelo partido do Governo»
O comunicado pode ser consultado aqui
16tm35q
2 de Setembro de 2016
1635Pub6f16tm35Q
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«“Geringonça” deveria colocar nomeações políticas na agenda»