Futuro IPO de Lisboa agregará os 19 edifícios dispersos
foto de "DR" | 13.12.2016
Câmara Municipal de Lisboa dá luz verde para construção do edifício junto à Praça de Espanha
O Instituto Português de Oncologia (IPO) Francisco Gentil de Lisboa recebeu luz verde da Câmara Municipal para construir um novo edifício, que vai concentrar toda a atividade de ambulatório – com exceção da Unidade de Cirurgia.
As futuras instalações serão construídas num dos extremos laterais do IPO, junto à Praça de Espanha, abarcando já os terrenos municipais onde se situava o chamado Mercado Azul. Embora não haja ainda data para a execução, a sua arquitetura deverá começar a ser preparada já em 2017.
A futura unidade agregará todos os edifícios que agora estão dispersos por 19 edifícios, ao longo de 7,2 hectares. A dispersão dos serviços é, aliás, um dos grandes problemas nos serviços prestados aos doentes: «os doentes chegam a andar quilómetros entre os locais onde fazem uma consulta e onde fazem um exame», diz Sandra Gaspar, vogal do Conselho de Administração do IPO de Lisboa, num comunicado à Imprensa.
«O objetivo é concentrar tudo o que é atividade de ambulatório num mesmo edifício», das consultas aos exames. Além da Cirurgia, a outra exceção será a Radioterapia, que está noutro pavilhão e que tem «instalações muito exigentes», em termos de construção e de custos, garante a responsável.
Numa próxima fase, o IPO vai agora procurar parceiros privados que contribuam para o financiamento do novo edifício.
Entretanto, o Agrupamento Sanitário do Exército instalou um Módulo Cirúrgico de Campanha na entrada principal do IPO, local onde irá funcionar provisoriamente a Unidade de Cirurgia de Ambulatório (UCA).
Desta forma, e graças à assinatura deste protocolo de cooperação entre as entidades, «o hospital vai conseguir manter a atividade de cirurgia de ambulatório, em condições de segurança e de qualidade, durante os trabalhos de construção da nova Unidade de Transplante de Medula (UTM) e de requalificação e ampliação do Bloco Operatório Central», duas obras a executar durante o ano de 2017.
Segundo Sandra Gaspar, «este um bom exemplo de cooperação institucional em que se criam sinergias e rentabilizam recursos estatais, em benefício dos cidadãos e dos doentes em particular».
Durante o próximo ano, o IPO de Lisboa irá testar e utilizar os equipamentos do Exército, permitindo a validação daquele Módulo Cirúrgico para futura utilização em situações de catástrofe e/ou eventos, dentro ou fora do território nacional.
Durante o próximo ano, o IPO de Lisboa irá testar e utilizar os equipamentos do Exército, permitindo a validação daquele Módulo Cirúrgico para futura utilização em situações de catástrofe e/ou eventos, dentro ou fora do território nacional
Para a projeção e instalação desta estrutura diferenciada, o Exército mobilizou, de Tancos para Lisboa, um conjunto de meios militares, incluindo uma viatura tática ligeira, uma viatura tática pesada, três camiões trator com semirreboque, uma empilhadora de 2,5 toneladas e uma empilhadora telescópica de 18 toneladas.
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13 de Dezembro de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
As futuras instalações serão construídas num dos extremos laterais do IPO, junto à Praça de Espanha, abarcando já os terrenos municipais onde se situava o chamado Mercado Azul. Embora não haja ainda data para a execução, a sua arquitetura deverá começar a ser preparada já em 2017.
A futura unidade agregará todos os edifícios que agora estão dispersos por 19 edifícios, ao longo de 7,2 hectares. A dispersão dos serviços é, aliás, um dos grandes problemas nos serviços prestados aos doentes: «os doentes chegam a andar quilómetros entre os locais onde fazem uma consulta e onde fazem um exame», diz Sandra Gaspar, vogal do Conselho de Administração do IPO de Lisboa, num comunicado à Imprensa.
«O objetivo é concentrar tudo o que é atividade de ambulatório num mesmo edifício», das consultas aos exames. Além da Cirurgia, a outra exceção será a Radioterapia, que está noutro pavilhão e que tem «instalações muito exigentes», em termos de construção e de custos, garante a responsável.
Numa próxima fase, o IPO vai agora procurar parceiros privados que contribuam para o financiamento do novo edifício.
Entretanto, o Agrupamento Sanitário do Exército instalou um Módulo Cirúrgico de Campanha na entrada principal do IPO, local onde irá funcionar provisoriamente a Unidade de Cirurgia de Ambulatório (UCA).
Desta forma, e graças à assinatura deste protocolo de cooperação entre as entidades, «o hospital vai conseguir manter a atividade de cirurgia de ambulatório, em condições de segurança e de qualidade, durante os trabalhos de construção da nova Unidade de Transplante de Medula (UTM) e de requalificação e ampliação do Bloco Operatório Central», duas obras a executar durante o ano de 2017.
Segundo Sandra Gaspar, «este um bom exemplo de cooperação institucional em que se criam sinergias e rentabilizam recursos estatais, em benefício dos cidadãos e dos doentes em particular».
Durante o próximo ano, o IPO de Lisboa irá testar e utilizar os equipamentos do Exército, permitindo a validação daquele Módulo Cirúrgico para futura utilização em situações de catástrofe e/ou eventos, dentro ou fora do território nacional.
Durante o próximo ano, o IPO de Lisboa irá testar e utilizar os equipamentos do Exército, permitindo a validação daquele Módulo Cirúrgico para futura utilização em situações de catástrofe e/ou eventos, dentro ou fora do território nacional
Para a projeção e instalação desta estrutura diferenciada, o Exército mobilizou, de Tancos para Lisboa, um conjunto de meios militares, incluindo uma viatura tática ligeira, uma viatura tática pesada, três camiões trator com semirreboque, uma empilhadora de 2,5 toneladas e uma empilhadora telescópica de 18 toneladas.
16tm50f
13 de Dezembro de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Futuro IPO de Lisboa agregará os 19 edifícios dispersos