Pembrolizumab melhora significativamente a SG em comparação com quimioterapia 

19.12.2016

Doentes com cancro avançado da bexiga previamente tratados
A MSD anuncia os resultados do estudo pivotal KEYNOTE-045 que estuda a utilização de pembrolizumab, a terapêutica anti-PD-1 da companhia, em doentes com cancro avançado da bexiga (urotelial) previamente tratados com quimioterapia contendo platina.
 
Conforme anunciado anteriormente, pembrolizumab foi superior à quimioterapia de escolha do investigador para o endpoint primário de sobrevivência global (SG) neste estudo de fase 3, que foi interrompido precocemente. 

Especificamente, «houve uma redução de 27% no risco de morte em doentes tratados com pembrolizumab em comparação com quimioterapia (SG, HR = 0,73, valor de p: 0,0022)», revela um comunicado da MSD.

De acordo com os dados apresentados recentemente na 31.ª Reunião Anual da Sociedade de Imunoterapia do Cancro, «a melhor sobrevivência global para doentes que recebem pembrolizumab neste ensaio é clinicamente significativa e poderá ter impacto na forma como os médicos consideram tratar doentes com cancro urotelial avançado tratados previamente», afirma Roger Dansey, vice-presidente sénior de Desenvolvimento Clínico Global Oncologia da MSD.

«Houve uma redução de 27% no risco de morte em doentes tratados com pembrolizumab em comparação com quimioterapia (SG, HR = 0,73, valor de p: 0,0022)», revela um comunicado da MSD 

«Estes dados somam-se ao crescente corpo de provas do nosso programa de desenvolvimento clínico para pembrolizumab numa série de cancros, incluindo o cancro urotelial avançado», sublinha ainda o responsável.

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19 de Dezembro de 2016
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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