Pembrolizumab eficaz no tratamento do CPCP e mesotelioma
13.01.2017
Dados de longo prazo demonstram respostas duradouras em carcinomas difíceis de tratar
A MSD anuncia que os resultados atualizados do estudo KEYNOTE-028 de fase 1b que investiga o uso de pembrolizumab, a terapêutica anti-PD-1 da empresa, em doentes com carcinoma do pulmão de células pequenas (CPCP) avançado e mesotelioma pleural maligno anteriormente tratados, demonstram atividade clínica e respostas duradouras em alguns doentes.
Em concreto, o pembrolizumab revelou uma Taxa de Resposta Global de 33,3% no caso dos doentes com CPCP e 20,0% nos pacientes com mesotelioma, informa a companhia farmacêutica num comunicado.
Estes dados foram apresentados na 17.ª Conferência Mundial de Carcinoma do Pulmão organizada pela Associação Internacional para o Estudo do Carcinoma do Pulmão e que decorreu em dezembro passado, em Viena, Áustria.
«À medida que os dados dos nossos ensaios iniciais com pembrolizumab amadurecem, somos incentivados ao verificar atividade clínica duradoura em carcinomas difíceis de tratar tais como o CPCP e o mesotelioma pleural maligno, onde novos tratamentos são claramente necessários», afirma Roger Dansey, vice-presidente sénior e chefe da área terapêutica de Desenvolvimento em Oncologia de Fase Tardia, da MSD Research Laboratories.
O pembrolizumab revelou uma Taxa de Resposta Global de 33,3% no caso dos doentes com CPCP e 20,0% nos pacientes com mesotelioma, informa a companhia farmacêutica num comunicado
«Com o nosso extenso programa de investigação em Imuno-Oncologia, estamos a desenvolver pembrolizumab para tratamento de uma gama de doenças malignas torácicas, e temos estudos adicionais a decorrer nestes dois tipos de carcinoma», acrescentou o responsável.
17tm02R
13 de Janeiro de 2017
1702Pub6f17tm02R
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Em concreto, o pembrolizumab revelou uma Taxa de Resposta Global de 33,3% no caso dos doentes com CPCP e 20,0% nos pacientes com mesotelioma, informa a companhia farmacêutica num comunicado.
Estes dados foram apresentados na 17.ª Conferência Mundial de Carcinoma do Pulmão organizada pela Associação Internacional para o Estudo do Carcinoma do Pulmão e que decorreu em dezembro passado, em Viena, Áustria.
«À medida que os dados dos nossos ensaios iniciais com pembrolizumab amadurecem, somos incentivados ao verificar atividade clínica duradoura em carcinomas difíceis de tratar tais como o CPCP e o mesotelioma pleural maligno, onde novos tratamentos são claramente necessários», afirma Roger Dansey, vice-presidente sénior e chefe da área terapêutica de Desenvolvimento em Oncologia de Fase Tardia, da MSD Research Laboratories.
O pembrolizumab revelou uma Taxa de Resposta Global de 33,3% no caso dos doentes com CPCP e 20,0% nos pacientes com mesotelioma, informa a companhia farmacêutica num comunicado
«Com o nosso extenso programa de investigação em Imuno-Oncologia, estamos a desenvolver pembrolizumab para tratamento de uma gama de doenças malignas torácicas, e temos estudos adicionais a decorrer nestes dois tipos de carcinoma», acrescentou o responsável.
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13 de Janeiro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Pembrolizumab eficaz no tratamento do CPCP e mesotelioma