Sindicatos médicos pressionam ministro da Saúde para resolver matérias negociais pendentes
23.01.2017
Mantém-se sem resposta a reposição legal do pagamento do trabalho extraordinário
Numa missiva conjunta endereçada ao ministro da Saúde, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) exigem, «de uma vez por todas, um claro compromisso de execução negocial», solicitando a Adalberto Campos Fernandes «uma reunião urgente para analisar e reativar os procedimentos negociais que se vêm arrastando desde a sua tomada de posse».
Os dois sindicatos recordam a necessidade de durante o ano de 2017 serem negociadas matérias que consideram prioritárias, tais como a revisão das grelhas salariais, a eleição dos cargos técnicos, a revisão da Carreira Médica, o reajustamento das listas de utentes dos médicos de família, a alteração da avaliação do desempenho (SIADAP 3) e processos de contratação coletiva dos médicos no âmbito dos Ministérios da Justiça e da Defesa.
Os dois sindicatos médicos solicitam a Adalberto Campos Fernandes «uma reunião urgente para analisar e reativar os procedimentos negociais que se vêm arrastando desde a sua tomada de posse»
Simultaneamente, «mantêm-se sem resposta a reposição legal do pagamento do trabalho extraordinário, paralisada a negociação do internato médico, e resistência de algumas administrações em cumprir o descanso compensatório», alerta o comunicado conjunto
17tm04a
23 de Janeiro de 2017
1704Pub2f17tm04A
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Os dois sindicatos recordam a necessidade de durante o ano de 2017 serem negociadas matérias que consideram prioritárias, tais como a revisão das grelhas salariais, a eleição dos cargos técnicos, a revisão da Carreira Médica, o reajustamento das listas de utentes dos médicos de família, a alteração da avaliação do desempenho (SIADAP 3) e processos de contratação coletiva dos médicos no âmbito dos Ministérios da Justiça e da Defesa.
Os dois sindicatos médicos solicitam a Adalberto Campos Fernandes «uma reunião urgente para analisar e reativar os procedimentos negociais que se vêm arrastando desde a sua tomada de posse»
Simultaneamente, «mantêm-se sem resposta a reposição legal do pagamento do trabalho extraordinário, paralisada a negociação do internato médico, e resistência de algumas administrações em cumprir o descanso compensatório», alerta o comunicado conjunto
17tm04a
23 de Janeiro de 2017
1704Pub2f17tm04A
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Sindicatos médicos pressionam ministro da Saúde para resolver matérias negociais pendentes