Número de utentes com médico de família sobe 26,6%
foto de "DR" | 21.02.2017
Dados de atividade de 2016 revelados pela ACSS
Em 2016 «atingiu-se o número mais elevado de sempre de cobertura da população com médico de família (92,1%)», anuncia a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).
Nessa data, existiam 769.537 utentes sem médico de família, «o que representa um ganho de 26,6% no número de utentes que passaram a ter clínico atribuído em relação ao ano de 2015».
Numa nota à Comunicação Social com dados de atividade assistencial, a ACSS refere igualmente que, no ano passado, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) realizou mais de 31 milhões de consultas médicas nas unidades de cuidados de saúde primários, o que representa um crescimento de 1,8% em relação ao ano anterior.
«Este crescimento foi registado ao nível das consultas presenciais (0,3%), das consultas não presenciais (6,8%), tendo-se também estendido aos domicílios médicos (0,8%)», salienta o documento.
De acordo com a ACSS, estes ganhos de cobertura e de atividade assistencial resultam, não só do aumento do número de médicos nos cuidados de saúde primários (no final de 2016 eram 5673 os médicos com utentes atribuídos), como também da entrada em atividade de 30 novas Unidades de Saúde Familiar (USF) modelo A e 25 novas USF modelo B.
Em 2016 «atingiu-se o número mais elevado de sempre de cobertura da população com médico de família (92,1%)», anuncia a ACSS. Nessa data, existiam 769.537 utentes sem médico de família, «o que representa um ganho de 26,6% no número de utentes que passaram a ter clínico atribuído em relação ao ano de 2015»
No total, existiam 479 USF em atividade a 31 de dezembro de 2016, as quais abrangiam 5.894.408 utentes, o que corresponde a 55,8% dos utentes inscritos nos cuidados de saúde primários (mais 7% do que em 2015).
17tm08f
21 de Fevereiro de 2017
1708Pub3f17tm08F
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Nessa data, existiam 769.537 utentes sem médico de família, «o que representa um ganho de 26,6% no número de utentes que passaram a ter clínico atribuído em relação ao ano de 2015».
Numa nota à Comunicação Social com dados de atividade assistencial, a ACSS refere igualmente que, no ano passado, o Serviço Nacional de Saúde (SNS) realizou mais de 31 milhões de consultas médicas nas unidades de cuidados de saúde primários, o que representa um crescimento de 1,8% em relação ao ano anterior.
«Este crescimento foi registado ao nível das consultas presenciais (0,3%), das consultas não presenciais (6,8%), tendo-se também estendido aos domicílios médicos (0,8%)», salienta o documento.
De acordo com a ACSS, estes ganhos de cobertura e de atividade assistencial resultam, não só do aumento do número de médicos nos cuidados de saúde primários (no final de 2016 eram 5673 os médicos com utentes atribuídos), como também da entrada em atividade de 30 novas Unidades de Saúde Familiar (USF) modelo A e 25 novas USF modelo B.
Em 2016 «atingiu-se o número mais elevado de sempre de cobertura da população com médico de família (92,1%)», anuncia a ACSS. Nessa data, existiam 769.537 utentes sem médico de família, «o que representa um ganho de 26,6% no número de utentes que passaram a ter clínico atribuído em relação ao ano de 2015»
No total, existiam 479 USF em atividade a 31 de dezembro de 2016, as quais abrangiam 5.894.408 utentes, o que corresponde a 55,8% dos utentes inscritos nos cuidados de saúde primários (mais 7% do que em 2015).
17tm08f
21 de Fevereiro de 2017
1708Pub3f17tm08F
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Número de utentes com médico de família sobe 26,6%