SNS com saldo negativo de 16,9 milhões de euros
27.02.2017
Dados da execução orçamental relativa a janeiro
Em janeiro, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi de 16,9 milhões de euros negativos, representando um agravamento de 31,8 milhões de euros face ao período homólogo.
De acordo com o relatório da Direção-Geral do Orçamento (DGO), a execução financeira do SNS apresentou aumentos de 1,7% na receita e de 6,5% na despesa.
A variação positiva na receita resultou, essencialmente, do acréscimo das taxas moderadoras (41,1%) e das transferências correntes (1,9%, cerca de 12,3 milhões de euros), verificando-se em sentido inverso, uma redução na rubrica de outras receitas correntes (-39,8%) com origem no Orçamento do Estado (10,8 milhões de euros).
Já o aumento na despesa ficou a dever-se, maioritariamente, a fornecimentos e serviços externos (6,2%), despesas com pessoal (4,8%) e aquisição de bens (14,4%), explicando a DGO que «a evolução das despesas com pessoal reflete os efeitos decorrentes da reversão gradual da redução remuneratória na Administração Pública e da evolução do número de efetivos no SNS». Relativamente à despesa relacionada com fornecimentos e serviços externos, o relatório destaca o «aumento dos encargos com os Hospitais em Parceria Público-Privada (PPP) (18,7%)».
Em janeiro, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi de 16,9 milhões de euros negativos, representando um agravamento de 31,8 milhões de euros face ao período homólogo
No que diz respeito aos pagamentos em atraso das entidades públicas, a DGO regista um aumento de 69 milhões de euros nos Hospitais EPE face a dezembro de 2016.
O relatório está disponível aqui
17tm09d
27 de Fevereiro de 2017
1709Pub2f17tm09D
Publicada originalmente em www.univadis.pt
De acordo com o relatório da Direção-Geral do Orçamento (DGO), a execução financeira do SNS apresentou aumentos de 1,7% na receita e de 6,5% na despesa.
A variação positiva na receita resultou, essencialmente, do acréscimo das taxas moderadoras (41,1%) e das transferências correntes (1,9%, cerca de 12,3 milhões de euros), verificando-se em sentido inverso, uma redução na rubrica de outras receitas correntes (-39,8%) com origem no Orçamento do Estado (10,8 milhões de euros).
Já o aumento na despesa ficou a dever-se, maioritariamente, a fornecimentos e serviços externos (6,2%), despesas com pessoal (4,8%) e aquisição de bens (14,4%), explicando a DGO que «a evolução das despesas com pessoal reflete os efeitos decorrentes da reversão gradual da redução remuneratória na Administração Pública e da evolução do número de efetivos no SNS». Relativamente à despesa relacionada com fornecimentos e serviços externos, o relatório destaca o «aumento dos encargos com os Hospitais em Parceria Público-Privada (PPP) (18,7%)».
Em janeiro, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi de 16,9 milhões de euros negativos, representando um agravamento de 31,8 milhões de euros face ao período homólogo
No que diz respeito aos pagamentos em atraso das entidades públicas, a DGO regista um aumento de 69 milhões de euros nos Hospitais EPE face a dezembro de 2016.
O relatório está disponível aqui
17tm09d
27 de Fevereiro de 2017
1709Pub2f17tm09D
Publicada originalmente em www.univadis.pt
SNS com saldo negativo de 16,9 milhões de euros