Sindicatos lançam ultimato ao Governo
07.04.2017
Médicos acusam tutela de serem alvo de «discriminação negativa»
As duas associações sindicais médicas escreveram aos ministros da Saúde e das Finanças, apelando à «apresentação pelo Governo de reais medidas que acolham as justas reivindicações dos médicos, pondo cobro à discriminação negativa de que têm vindo a ser alvo» e ameaçando novamente com a greve.
«Receiam as estruturas sindicais signatárias que a atuação (por vezes a omissão) reiterada dos representantes governamentais, as conduza inexoravelmente para formas extremas de manifestação do seu desencanto e revolta», pode ler-se num comunicado publicado no site do Sindicato Independente dos Médicos.
A missiva lembra ao Governo que decorrido mais de um ano de ação governativa, na área da saúde, das matérias inscritas nos respetivos cadernos reivindicativos, «apenas o descanso obrigatório devido após a prestação de trabalho noturno obteve concretização formal em sede de uma pontual revisão dos instrumentos de regulamentação coletiva do trabalho vigentes».
Como tal, continua a carta, «aqui chegados, urge demonstrar, na prática, que os procedimentos de negociação e de contratação coletiva produzem resultados aferíveis, e não se reduzem a meras expressões de ambição, porém frustes de consequências».
As duas associações sindicais médicas escreveram aos ministros da Saúde e das Finanças, apelando à «apresentação pelo Governo de reais medidas que acolham as justas reivindicações dos médicos, pondo cobro à discriminação negativa de que têm vindo a ser alvo» e ameaçando novamente com a greve
Entretanto está já agendada uma nova reunião do Fórum Médico no próximo dia 11, em que será feito e apresentado um balanço às organizações médicas.
17tm14Q
07 de Abril de 2017
1714Pub6f17tm14Q
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Receiam as estruturas sindicais signatárias que a atuação (por vezes a omissão) reiterada dos representantes governamentais, as conduza inexoravelmente para formas extremas de manifestação do seu desencanto e revolta», pode ler-se num comunicado publicado no site do Sindicato Independente dos Médicos.
A missiva lembra ao Governo que decorrido mais de um ano de ação governativa, na área da saúde, das matérias inscritas nos respetivos cadernos reivindicativos, «apenas o descanso obrigatório devido após a prestação de trabalho noturno obteve concretização formal em sede de uma pontual revisão dos instrumentos de regulamentação coletiva do trabalho vigentes».
Como tal, continua a carta, «aqui chegados, urge demonstrar, na prática, que os procedimentos de negociação e de contratação coletiva produzem resultados aferíveis, e não se reduzem a meras expressões de ambição, porém frustes de consequências».
As duas associações sindicais médicas escreveram aos ministros da Saúde e das Finanças, apelando à «apresentação pelo Governo de reais medidas que acolham as justas reivindicações dos médicos, pondo cobro à discriminação negativa de que têm vindo a ser alvo» e ameaçando novamente com a greve
Entretanto está já agendada uma nova reunião do Fórum Médico no próximo dia 11, em que será feito e apresentado um balanço às organizações médicas.
17tm14Q
07 de Abril de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Sindicatos lançam ultimato ao Governo