Sociedades médicas preocupadas com recuos na lei do tabaco
foto de "DR" | 11.05.2017
Carta aberta entregue na Assembleia da República
As sociedades portuguesas de Pneumologia, Cardiologia, Pneumologia Pediátrica e Oncologia, numa carta aberta dirigida à Comissão Parlamentar de Saúde da Assembleia da República, expressam a sua preocupação com os recuos na lei do tabaco.
Na missiva entregue esta quarta-feira, as sociedades médicas apelam a que se cumpra o disposto na Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco, que Portugal ratificou há uma década, bem como a transposição completa da Diretiva Europeia dos Produtos de Tabaco 2014/40/EU e a adoção das recomendações da OMS e constantes nos objetivos do Plano Nacional de Saúde.
Ou seja, que seja contemplada a criação de espaços 100% livres de tabaco, eliminando as exceções atuais na restauração e incluindo os espaços exteriores de locais especialmente vulneráveis como todos os serviços de saúde, escolas, parques infantis e outras instituições com crianças e adolescentes.
Estas entidades frisam que «a epidemia do tabaco está longe de ser controlada e tem consequências para a saúde que se prolongarão no tempo por muitas décadas», manifestando «grande preocupação» quanto à emergência de novos produtos de tabaco, sob a forma inalada e contendo nicotina em elevadas concentrações.
As sociedades portuguesas de Pneumologia, Cardiologia, Pneumologia Pediátrica e Oncologia, numa carta aberta dirigida à Comissão Parlamentar de Saúde da Assembleia da República, expressam a sua preocupação com os recuos na lei do tabaco
As sociedades médicas consideram que se deve aplicar «o princípio de precaução em saúde pública», recomendando que «todos os produtos de tabaco destinados a uso pela via inalada, incluindo o cigarro eletrónico e os produtos “heat-not-burn” ou tabaco aquecido sejam sujeitos às mesmas proibições e restrições que o cigarro convencional».
17tm20P
11 de Maio de 2017
1720Pub5f17tm20P
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Na missiva entregue esta quarta-feira, as sociedades médicas apelam a que se cumpra o disposto na Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco, que Portugal ratificou há uma década, bem como a transposição completa da Diretiva Europeia dos Produtos de Tabaco 2014/40/EU e a adoção das recomendações da OMS e constantes nos objetivos do Plano Nacional de Saúde.
Ou seja, que seja contemplada a criação de espaços 100% livres de tabaco, eliminando as exceções atuais na restauração e incluindo os espaços exteriores de locais especialmente vulneráveis como todos os serviços de saúde, escolas, parques infantis e outras instituições com crianças e adolescentes.
Estas entidades frisam que «a epidemia do tabaco está longe de ser controlada e tem consequências para a saúde que se prolongarão no tempo por muitas décadas», manifestando «grande preocupação» quanto à emergência de novos produtos de tabaco, sob a forma inalada e contendo nicotina em elevadas concentrações.
As sociedades portuguesas de Pneumologia, Cardiologia, Pneumologia Pediátrica e Oncologia, numa carta aberta dirigida à Comissão Parlamentar de Saúde da Assembleia da República, expressam a sua preocupação com os recuos na lei do tabaco
As sociedades médicas consideram que se deve aplicar «o princípio de precaução em saúde pública», recomendando que «todos os produtos de tabaco destinados a uso pela via inalada, incluindo o cigarro eletrónico e os produtos “heat-not-burn” ou tabaco aquecido sejam sujeitos às mesmas proibições e restrições que o cigarro convencional».
17tm20P
11 de Maio de 2017
1720Pub5f17tm20P
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Sociedades médicas preocupadas com recuos na lei do tabaco