Sindicatos satisfeitos com «nova atitude negocial» do Ministério da Saúde
17.05.2017
Negociações continuam
Os sindicatos médicos congratulam-se com a «nova atitude negocial» do Ministério da Saúde e com os compromissos assumidos pelo ministro, Adalberto Campos Fernandes, na reunião que decorreu esta terça-feira à porta fechada, seis dias após a greve nacional dos médicos.
Além de se comprometer a reunir-se mensalmente com os sindicatos, ficou definido que o Ministério da Saúde vai pagar o subsídio pelas funções de autoridade de saúde, uma questão que, segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam), Mário Jorge Neves, está estipulada na lei, mas que nunca foi cumprida.
No encontro com os sindicatos, o ministro comprometeu-se igualmente a abrir de imediato concurso de mobilidade para permitir que médicos de uma zona possam transitar para outra região do país.
Em declarações à Lusa, o presidente da Fnam adiantou ainda que Adalberto Campos Fernandes garantiu que vão ser abertos concursos para o topo da carreira médica.
De forma faseada e até final da legislatura, o governante comprometeu-se ainda a baixar de 200 para 150 o limite de horas extraordinárias anuais.
Segundo o dirigente da Fnam, outro compromisso assumido por Adalberto Campos Fernandes, que será concretizado de forma faseada e até final da legislatura, é a passagem das 18 horas semanais de urgência para as 12 horas.
Os sindicatos médicos congratulam-se com a «nova atitude negocial» do Ministério da Saúde e com os compromissos assumidos pelo ministro, Adalberto Campos Fernandes, na reunião que decorreu esta terça-feira à porta fechada, seis dias após a greve nacional dos médicos
Segundo Mário Jorge, todas as questões do pacote negocial terão que ser resolvidas e clarificadas até 30 de setembro.
A próxima reunião dos sindicatos com Adalberto Campos Fernandes está agendada para 20 de junho. Além das reuniões mensais, estão previstas reuniões intercalares com o secretário de Estado e com os responsáveis da Administração Central do Sistema de Saúde.
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17 de Maio de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Além de se comprometer a reunir-se mensalmente com os sindicatos, ficou definido que o Ministério da Saúde vai pagar o subsídio pelas funções de autoridade de saúde, uma questão que, segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam), Mário Jorge Neves, está estipulada na lei, mas que nunca foi cumprida.
No encontro com os sindicatos, o ministro comprometeu-se igualmente a abrir de imediato concurso de mobilidade para permitir que médicos de uma zona possam transitar para outra região do país.
Em declarações à Lusa, o presidente da Fnam adiantou ainda que Adalberto Campos Fernandes garantiu que vão ser abertos concursos para o topo da carreira médica.
De forma faseada e até final da legislatura, o governante comprometeu-se ainda a baixar de 200 para 150 o limite de horas extraordinárias anuais.
Segundo o dirigente da Fnam, outro compromisso assumido por Adalberto Campos Fernandes, que será concretizado de forma faseada e até final da legislatura, é a passagem das 18 horas semanais de urgência para as 12 horas.
Os sindicatos médicos congratulam-se com a «nova atitude negocial» do Ministério da Saúde e com os compromissos assumidos pelo ministro, Adalberto Campos Fernandes, na reunião que decorreu esta terça-feira à porta fechada, seis dias após a greve nacional dos médicos
Segundo Mário Jorge, todas as questões do pacote negocial terão que ser resolvidas e clarificadas até 30 de setembro.
A próxima reunião dos sindicatos com Adalberto Campos Fernandes está agendada para 20 de junho. Além das reuniões mensais, estão previstas reuniões intercalares com o secretário de Estado e com os responsáveis da Administração Central do Sistema de Saúde.
17tm21J
17 de Maio de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Sindicatos satisfeitos com «nova atitude negocial» do Ministério da Saúde