ARS do Centro vai estudar impacto do fogo de Pedrógão na saúde dos sobreviventes
28.07.2017
Durante dois anos, especialistas vão tentar perceber como as pessoas foram afetadas
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro vai dinamizar um estudo em Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, para avaliar o impacto do grave incêndio que atingiu aquelas localidades em junho na saúde das populações.
O projeto, que durará dois anos, vai contar com a parceria de diversas instituições e assume-se como um «diagnóstico, tendo em vista a prevenção, o tratamento e a investigação» na zona afetada pelas chamas, disse à Lusa o presidente da ARS do Centro, José Tereso.
De acordo com o responsável, o estudo tem como objetivo «identificar os riscos para a saúde» na zona mais afetada pelo incêndio que deflagrou a 17 de junho em Pedrógão Grande (Leiria), e «implementar medidas corretivas e preventivas na defesa da saúde das populações», em função dos resultados que se encontrem.
Este trabalho vai contar com diferentes projetos integrados, nomeadamente o estudo de «morbimortalidade do foro respiratório, cutâneo, oftalmológico, cardíaco, psíquico e outros, o estudo da função respiratória e cardiovascular, do solo e alimentos, a qualidade do ar e a qualidade da água de consumo», acrescentou.
Na área do impacto da função respiratória, a iniciativa tem o apoio do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, e será «dirigido um inquérito e uma avaliação semestral da função respiratória, através de espirometria e outros exames complementares de diagnóstico», explicou o presidente da ARS.
Esse estudo será realizado a partir de «uma amostra aleatória da população», nos três concelhos mais afetados (Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera), uma vez que as espirometrias devem começar a ser feitas em setembro.
O estudo vai estudar aspetos como a morbimortalidade do foro respiratório, cutâneo, oftalmológico, cardíaco, psíquico, a função respiratória e cardiovascular, do solo e alimentos, a qualidade do ar e a qualidade da água de consumo
O projeto está, neste momento, a ser desenhado, estando previsto arrancar a 31 deste mês e terminar a 31 de julho de 2019, com a conclusão do relatório final apontada para 30 de outubro desse mesmo ano.
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28 de Julho de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
O projeto, que durará dois anos, vai contar com a parceria de diversas instituições e assume-se como um «diagnóstico, tendo em vista a prevenção, o tratamento e a investigação» na zona afetada pelas chamas, disse à Lusa o presidente da ARS do Centro, José Tereso.
De acordo com o responsável, o estudo tem como objetivo «identificar os riscos para a saúde» na zona mais afetada pelo incêndio que deflagrou a 17 de junho em Pedrógão Grande (Leiria), e «implementar medidas corretivas e preventivas na defesa da saúde das populações», em função dos resultados que se encontrem.
Este trabalho vai contar com diferentes projetos integrados, nomeadamente o estudo de «morbimortalidade do foro respiratório, cutâneo, oftalmológico, cardíaco, psíquico e outros, o estudo da função respiratória e cardiovascular, do solo e alimentos, a qualidade do ar e a qualidade da água de consumo», acrescentou.
Na área do impacto da função respiratória, a iniciativa tem o apoio do Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, e será «dirigido um inquérito e uma avaliação semestral da função respiratória, através de espirometria e outros exames complementares de diagnóstico», explicou o presidente da ARS.
Esse estudo será realizado a partir de «uma amostra aleatória da população», nos três concelhos mais afetados (Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera), uma vez que as espirometrias devem começar a ser feitas em setembro.
O estudo vai estudar aspetos como a morbimortalidade do foro respiratório, cutâneo, oftalmológico, cardíaco, psíquico, a função respiratória e cardiovascular, do solo e alimentos, a qualidade do ar e a qualidade da água de consumo
O projeto está, neste momento, a ser desenhado, estando previsto arrancar a 31 deste mês e terminar a 31 de julho de 2019, com a conclusão do relatório final apontada para 30 de outubro desse mesmo ano.
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28 de Julho de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
ARS do Centro vai estudar impacto do fogo de Pedrógão na saúde dos sobreviventes