Hospitais do SNS devem atualizar equipamentos informáticos de 4 em 4 anos

por Teresa Mendes | 13.09.2017

Circular normativa emitida pela SPMS
A Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) alerta os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para a «responsabilidade individual de cada entidade, inclusive da SPMS», em «promover e adotar todas as boas práticas» no que diz respeito à segurança informática.

Numa circular, este organismo adverte que «o risco de segurança informática do conjunto das entidades do Ministério da Saúde é equivalente ao risco de segurança da entidade menos protegida», recordando que até ao momento foram emitidas quatro circulares normativas que reforçam «a necessidade imperiosa do seu cumprimento».

O documento normativo, assinado pelo presidente da SPMS, Henrique Martins, e publicado hoje, recomenda, entre várias medidas, que os hospitais «devem garantir a atualização da infraestrutura de suporte - servidores, armazenamento, ativos de rede, entre outros - em tempo útil, não permitindo que atinjam graus de obsolescência que coloquem em risco todo o sistema de informação», considerando que «um equipamento informático, por exemplo um servidor ou storage, atingiu o seu fim de vida útil a partir do 4.ª ano de utilização».

Apesar de se demonstrar sensível aos desafios orçamentais dos hospitais e de reconhecer que é por esse motivo que são prolongados os ciclos de vida dos equipamentos, a SPMS alerta que «se o adiamento se prolongar, os equipamentos ficam desfasados em relação aos níveis de desempenho e eficiência desejáveis, acrescentando custos diretos e indiretos em toda a infraestrutura».

O documento determina igualmente que é da competência de cada hospital «garantir que toda a infraestrutura de suporte aos sistemas de informação se encontram no seu perfeito estado de funcionamento e que os mesmos são suportados por contratos de manutenção e suporte».

A Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) alerta os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para a «responsabilidade individual de cada entidade, inclusive da SPMS», em «promover e adotar todas as boas práticas» no que diz respeito à segurança informática 

Para a SPMS, os contratos celebrados devem também prever «manutenção corretiva, upgrades de versão de firmware, correções de bugs, patchs de segurança, e uma ou duas visitas anuais de verificação geral do sistema».

A circular pode ser consultada na íntegra aqui

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13 de Setembro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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