Portugal quer unidade para tratar cancro com recurso a física nuclear
foto de "DR" | 20.09.2017
Anúncio do ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor
Em 2022, Portugal deverá ter uma unidade de saúde capaz de tratar anualmente 700 doentes com cancro recorrendo à física de partículas de alta energia, tecnologia eficaz e com menos efeitos secundários do que a quimioterapia.
A informação foi avançada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor, que participou esta terça-feira em Viena, Áustria, na sessão de abertura da 61.ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atómica.
De acordo com o responsável, esta é «uma tecnologia que está a emergir no mundo» e que «permite o tratamento eficaz de cancros que não conseguem ser tratados com as tecnologias mais convencionais, reduzindo os efeitos secundários de tratamentos baseados na quimioterapia ou radioterapia».
Está previsto que a unidade de saúde fique localizada junto ao Campus Tecnológico e Nuclear do Instituto Superior Técnico em Loures para aproveitar «a maior concentração de técnicos em ciências e tecnologias nucleares».
O objetivo «é reorientar muita dessa capacidade para as terapias oncológicas», aumentando também «a possibilidade de formar mais técnicos» que foi impulsionada pela abertura de mais vagas no ensino superior em Física.
Durante a conferência em Viena, que decorre até dia 22, o ministro vai recolher apoio técnico para o projeto não só por parte da Agência mas também da Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN) e da universidade norte-americana do Texas, com a qual reforçou a cooperação científica e tecnológica para as terapias oncológicas.
De acordo com Manuel Heitor, esta é «uma tecnologia que está a emergia no mundo» e que «permite o tratamento eficaz de cancros que não conseguem ser tratados com as tecnologias mais convencionais»
O projeto, segundo o Portal do Governo, implica «um investimento de 100 milhões de euros» e pode vir a ser suportado simultaneamente por fundos comunitários e por fundos reembolsáveis do Banco Europeu de Investimento.
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20 de Setembro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
A informação foi avançada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor, que participou esta terça-feira em Viena, Áustria, na sessão de abertura da 61.ª Conferência Geral da Agência Internacional de Energia Atómica.
De acordo com o responsável, esta é «uma tecnologia que está a emergir no mundo» e que «permite o tratamento eficaz de cancros que não conseguem ser tratados com as tecnologias mais convencionais, reduzindo os efeitos secundários de tratamentos baseados na quimioterapia ou radioterapia».
Está previsto que a unidade de saúde fique localizada junto ao Campus Tecnológico e Nuclear do Instituto Superior Técnico em Loures para aproveitar «a maior concentração de técnicos em ciências e tecnologias nucleares».
O objetivo «é reorientar muita dessa capacidade para as terapias oncológicas», aumentando também «a possibilidade de formar mais técnicos» que foi impulsionada pela abertura de mais vagas no ensino superior em Física.
Durante a conferência em Viena, que decorre até dia 22, o ministro vai recolher apoio técnico para o projeto não só por parte da Agência mas também da Organização Europeia para a Investigação Nuclear (CERN) e da universidade norte-americana do Texas, com a qual reforçou a cooperação científica e tecnológica para as terapias oncológicas.
De acordo com Manuel Heitor, esta é «uma tecnologia que está a emergia no mundo» e que «permite o tratamento eficaz de cancros que não conseguem ser tratados com as tecnologias mais convencionais»
O projeto, segundo o Portal do Governo, implica «um investimento de 100 milhões de euros» e pode vir a ser suportado simultaneamente por fundos comunitários e por fundos reembolsáveis do Banco Europeu de Investimento.
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20 de Setembro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Portugal quer unidade para tratar cancro com recurso a física nuclear