Acordo de Empresa na Madeira: «vergonha» para as ARS do Continente
foto de "DR" | 02.10.2017
Bloqueios das ARS do Centro e do Norte
«Enquanto na Madeira se assina um acordo pioneiro, no Continente continuamos a aguardar que as entidades empregadoras públicas deixem de bloquear a negociação dos acordos coletivos de empregador público/acordos de empresa», lamenta o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) num comunicado.
Segundo aquela estrutura sindical, o acordo agora conseguido na Madeira estabelece 4 a 6 horas semanais para todos os orientadores de formação de todas as áreas de exercício profissional, tipos de consulta médica e duração mínima dessa consulta, pausas nos períodos de trabalho, automatização dos descansos compensatórios, entre outros aspetos.
Já na Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro (Centro Hospitalar Universitário Coimbra) e principalmente na ARS do Norte (Aces, Centro Hospitalar do Porto e Unidade Local Saúde Matosinhos), assiste-se a um «bloqueio», denuncia o SIM.
«Enquanto na Madeira se assina um acordo pioneiro, no Continente continuamos a aguardar que as entidades empregadoras públicas deixem de bloquear a negociação dos acordos coletivos de empregador público/acordos de empresa», lamenta o Sindicato Independente dos Médicos
No caso particular desta última ARS, «as reuniões sucedem-se desde 1 de julho de 2016, espaçadas por vários meses, com atrasos e omissões na apresentação de contrapropostas às propostas sindicais, faltas de comparência do CHP, invocação da necessidade de parecer prévio das Finanças e da Administração Pública», acrescenta o SIM, considerando que este comportamento é uma «vergonha para as ARS do Continente».
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02 de Outubro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Segundo aquela estrutura sindical, o acordo agora conseguido na Madeira estabelece 4 a 6 horas semanais para todos os orientadores de formação de todas as áreas de exercício profissional, tipos de consulta médica e duração mínima dessa consulta, pausas nos períodos de trabalho, automatização dos descansos compensatórios, entre outros aspetos.
Já na Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro (Centro Hospitalar Universitário Coimbra) e principalmente na ARS do Norte (Aces, Centro Hospitalar do Porto e Unidade Local Saúde Matosinhos), assiste-se a um «bloqueio», denuncia o SIM.
«Enquanto na Madeira se assina um acordo pioneiro, no Continente continuamos a aguardar que as entidades empregadoras públicas deixem de bloquear a negociação dos acordos coletivos de empregador público/acordos de empresa», lamenta o Sindicato Independente dos Médicos
No caso particular desta última ARS, «as reuniões sucedem-se desde 1 de julho de 2016, espaçadas por vários meses, com atrasos e omissões na apresentação de contrapropostas às propostas sindicais, faltas de comparência do CHP, invocação da necessidade de parecer prévio das Finanças e da Administração Pública», acrescenta o SIM, considerando que este comportamento é uma «vergonha para as ARS do Continente».
17tm42C
02 de Outubro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Acordo de Empresa na Madeira: «vergonha» para as ARS do Continente