65% do total do trabalho prestado por tarefeiros é realizado nas urgências

por Teresa Mendes | 09.10.2017

Dados do Relatório Social do Ministério da Saúde e do SNS de 2016
Em 2016 o Ministério da Saúde gastou 97,8 milhões de euros com a contratação de atividade médica em regime de prestação de serviços.
Cerca de 65% do total do trabalho prestado por tarefeiros foi realizado nas urgências dos hospitais. Estes são dados do Relatório Social do Ministério da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 2016.

De acordo com o documento, as unidades de saúde também procuram trabalho médico nas empresas de prestação e serviços para assegurar a área da Medicina Geral e Familiar (13%), seguindo-se a Medicina Interna (9%), Anestesiologia (5%) e Ginecologia/Obstetrícia (4%).

A região em que se verificou o maior volume de trabalho médico tarefeiro foi a de Lisboa e Vale do Tejo (39%), seguindo-se a região Norte (26%), a região Centro (15%), a região do Alentejo (14%) e a região do Algarve (6%).

No que concerne às entidades que mais recorrem a este tipo de prestação de trabalho, as que apresentam o maior volume de horas de atividade em regime de prestação de serviços foram o Centro Hospitalar do Oeste, o Centro Hospitalar do Médio Tejo, o Centro Hospitalar do Algarve, o Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca e a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano.

Em 2016 o Ministério da Saúde gastou  97,8 milhões de euros com a contratação de atividade médica em regime de prestação de serviços

Já no que diz respeito à tipologia de contrato, o documento adianta que cerca de 65% desta atividade é assegurada através de empresas e 25% por prestadores a título individual.

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09 de Outubro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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