Greve de médicos da zona Centro suspensa devido aos incêndios
17.10.2017
Bastonário apela à ajuda dos profissionais de saúde
Mais de 90% dos portugueses sabem o que são os cuidados paliativos, contudo 6,6% associa o conceito ao atraso ou adiamento da morte e apenas 75% dos cidadãos identifica corretamente os objetivos deste tipo de cuidados.
Estes são os principais resultados do estudo «Cuidados Paliativos: o que sabem os portugueses», apresentado e discutido este sábado no Seminário «Vida com Dignidade e Qualidade até ao Fim», na Fundação Calouste Gulbenkian, e que contou com a intervenção do Presidente da República.
Esta iniciativa da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), em parceria com as Farmácias Holon, Universidade Católica Portuguesa e o Observatório Português dos Cuidados Paliativos (OPCP), mostra ainda que 64,9% dos portugueses referem que nunca tiveram qualquer contacto com equipas de cuidados paliativos embora já tivessem ouvido falar destas equipas e que mais de 80% dos inquiridos gostariam de usufruir destes cuidados, caso necessitassem.
Mais de 90% dos portugueses sabem o que são os cuidados paliativos, contudo 6,6% associa o conceito ao atraso ou adiamento da morte e apenas 75% dos cidadãos identifica corretamente os objetivos deste tipo de cuidados
Por outro lado, a palavra «cancro» continua a ser relacionada com os cuidados paliativos (36,9%).
«Apesar destes resultados serem favoráveis e tendo em conta todos os fatores influentes, importa reforçar o processo de disseminação dos conceitos-chave dos cuidados paliativos junto da sociedade portuguesa, através de campanhas e ações de formação, visto em alguns setores os resultados obtidos apontarem para défices importantes», salientou no encontro Manuel Luís Capelas, presidente da APCP.
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17 de Outubro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Estes são os principais resultados do estudo «Cuidados Paliativos: o que sabem os portugueses», apresentado e discutido este sábado no Seminário «Vida com Dignidade e Qualidade até ao Fim», na Fundação Calouste Gulbenkian, e que contou com a intervenção do Presidente da República.
Esta iniciativa da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), em parceria com as Farmácias Holon, Universidade Católica Portuguesa e o Observatório Português dos Cuidados Paliativos (OPCP), mostra ainda que 64,9% dos portugueses referem que nunca tiveram qualquer contacto com equipas de cuidados paliativos embora já tivessem ouvido falar destas equipas e que mais de 80% dos inquiridos gostariam de usufruir destes cuidados, caso necessitassem.
Mais de 90% dos portugueses sabem o que são os cuidados paliativos, contudo 6,6% associa o conceito ao atraso ou adiamento da morte e apenas 75% dos cidadãos identifica corretamente os objetivos deste tipo de cuidados
Por outro lado, a palavra «cancro» continua a ser relacionada com os cuidados paliativos (36,9%).
«Apesar destes resultados serem favoráveis e tendo em conta todos os fatores influentes, importa reforçar o processo de disseminação dos conceitos-chave dos cuidados paliativos junto da sociedade portuguesa, através de campanhas e ações de formação, visto em alguns setores os resultados obtidos apontarem para défices importantes», salientou no encontro Manuel Luís Capelas, presidente da APCP.
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17 de Outubro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Greve de médicos da zona Centro suspensa devido aos incêndios