Saldo do SNS volta a agravar-se
27.10.2017
DGO publica Execução Orçamental de setembro
Em setembro, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) voltou a agravar-se. Segundo a Execução Orçamental da Direção-Geral do Orçamento, este situou-se em 133,8 milhões de euros negativos, representando um agravamento de 22,6 milhões de euros face ao período homólogo.
Segundo o relatório, registou-se um aumento de 4,4% da despesa, superior em 0,2% ao da receita.
As despesas com pessoal e os fornecimentos e serviços externos foram as rubricas que mais contribuíram para o aumento da despesa. Aumentaram também os encargos com os hospitais em Parcerias Público-Privadas (17,1%) e com os produtos vendidos em farmácias (3,7%).
A evolução das despesas com pessoal, que manteve a mesma taxa de crescimento do mês anterior, «reflete, entre outras medidas, o impacto integral da reposição salarial e a evolução do número de efetivos no SNS», salienta o documento.
Já a variação positiva na receita resultou, essencialmente, das transferências correntes (5,0%, +301,0 milhões de euros), com particular destaque para as transferências do Orçamento do Estado (+5,1%, +303,8 milhões de euros).
Em sentido inverso, foi observada uma redução de 21,7% na rubrica de outras receitas (-26,1 milhões de euros).
Em setembro, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) voltou a agravar-se. Segundo a Execução Orçamental da Direção-Geral do Orçamento, este situou-se em 133,8 milhões de euros negativos, representando um agravamento de 22,6 milhões de euros face ao período homólogo
Relativamente aos pagamentos em atraso nos hospitais EPE, em setembro os mesmos voltaram a sofrer um aumento de 58 milhões de euros.
O documento está disponível para consulta aqui
17tm45S
27 de Outubro de 2017
1745Pub6f17tm45S
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Segundo o relatório, registou-se um aumento de 4,4% da despesa, superior em 0,2% ao da receita.
As despesas com pessoal e os fornecimentos e serviços externos foram as rubricas que mais contribuíram para o aumento da despesa. Aumentaram também os encargos com os hospitais em Parcerias Público-Privadas (17,1%) e com os produtos vendidos em farmácias (3,7%).
A evolução das despesas com pessoal, que manteve a mesma taxa de crescimento do mês anterior, «reflete, entre outras medidas, o impacto integral da reposição salarial e a evolução do número de efetivos no SNS», salienta o documento.
Já a variação positiva na receita resultou, essencialmente, das transferências correntes (5,0%, +301,0 milhões de euros), com particular destaque para as transferências do Orçamento do Estado (+5,1%, +303,8 milhões de euros).
Em sentido inverso, foi observada uma redução de 21,7% na rubrica de outras receitas (-26,1 milhões de euros).
Em setembro, o saldo do Serviço Nacional de Saúde (SNS) voltou a agravar-se. Segundo a Execução Orçamental da Direção-Geral do Orçamento, este situou-se em 133,8 milhões de euros negativos, representando um agravamento de 22,6 milhões de euros face ao período homólogo
Relativamente aos pagamentos em atraso nos hospitais EPE, em setembro os mesmos voltaram a sofrer um aumento de 58 milhões de euros.
O documento está disponível para consulta aqui
17tm45S
27 de Outubro de 2017
1745Pub6f17tm45S
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Saldo do SNS volta a agravar-se