Ordens e associações da Saúde exigem reforço de 360 milhões do orçamento para o setor

13.11.2017

Carta enviada aos grupos parlamentares
As ordens dos Médicos e dos Enfermeiros, bem como o Conselho Nacional da Saúde CIP – Confederação Empresarial de Portugal exigem aos grupos parlamentares a aprovação de um aumento de 360 milhões de euros no Orçamento do Ministério da Saúde para 2018, para garantir um mínimo de sustentabilidade no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Numa carta enviada aos grupos parlamentares, defendem que «o mínimo que se entende como razoável é que o peso da transferência orçamental para o Serviço Nacional de Saúde mantenha em 2018 o seu peso no produto interno bruto».

Na carta enviada, os signatários dizem que «os portugueses exigem que se assuma a Saúde como uma prioridade» e que «o mínimo que se entende como razoável é que o peso da transferência orçamental para o Serviço Nacional de Saúde (SNS) mantenha em 2018 o seu peso no produto interno bruto [PIB]».

As ordens dos Médicos e dos Enfermeiros, bem como o Conselho Nacional da Saúde CIP exigem aos grupos parlamentares a aprovação de um aumento de 360 milhões de euros no Orçamento do Ministério da Saúde para 2018, para garantir um mínimo de sustentabilidade no SNS 

«Assim, a dotação orçamental inscrita na proposta de lei do OE/2018 deverá ser majorada em 360 milhões de euros, de modo a garantir que o aumento nominal do PIB para 2018 de 3,6% seja proporcionalmente refletido na dotação orçamental do SNS», lê-se na missiva.

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13 de Novembro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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