Utilização de genéricos nos hospitais permitiria poupança de 25,5 milhões
26.12.2017
Em medicamentos em áreas como o cancro ou HIV
Se os hospitais portugueses tivessem utilizado medicamentos genéricos em áreas como o cancro ou HIV, teriam poupado cerca de 25,5 milhões de euros.
E bastaria substituir três medicamentos.
As contas, referentes aos primeiros 10 meses de 2017, são feitas pelo Infarmed e divulgadas esta terça-feira pelo Diário de Notícias.
A este valor, juntar-se-iam 2,2 milhões de euros num antibiótico usado em meio hospitalar.
Recorde-se que em 2017, a despesa com medicamentos hospitalares ficará acima dos mil milhões de euros, prevendo-se um aumento superior a 5% face ao ano passado.
Fora dos hospitais, os números são bem diferentes. Só no primeiro semestre de 2017, as farmácias portuguesas receberam quatro milhões de euros de incentivos para vender mais medicamentos genéricos.
No mesmo período, os portugueses pouparam 257,7 milhões de euros ao optarem por estes medicamentos.
Ainda assim, os incentivos estatais cobrem apenas um terço da quebra de receitas que as farmácias registam com a dispensa de genéricos, que totaliza os 12,6 milhões de euros.
Se, nos primeiros dez meses do ano, os hospitais portugueses tivessem utilizado medicamentos genéricos em áreas como o cancro ou HIV, teriam poupado cerca de 25,5 milhões de euros
Em média, uma farmácia perde 0,39 euros por embalagem dispensada dos quatro medicamentos mais baratos de cada substância ativa, estima o Infarmed.
17tm54B
26 de Dezembro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
E bastaria substituir três medicamentos.
As contas, referentes aos primeiros 10 meses de 2017, são feitas pelo Infarmed e divulgadas esta terça-feira pelo Diário de Notícias.
A este valor, juntar-se-iam 2,2 milhões de euros num antibiótico usado em meio hospitalar.
Recorde-se que em 2017, a despesa com medicamentos hospitalares ficará acima dos mil milhões de euros, prevendo-se um aumento superior a 5% face ao ano passado.
Fora dos hospitais, os números são bem diferentes. Só no primeiro semestre de 2017, as farmácias portuguesas receberam quatro milhões de euros de incentivos para vender mais medicamentos genéricos.
No mesmo período, os portugueses pouparam 257,7 milhões de euros ao optarem por estes medicamentos.
Ainda assim, os incentivos estatais cobrem apenas um terço da quebra de receitas que as farmácias registam com a dispensa de genéricos, que totaliza os 12,6 milhões de euros.
Se, nos primeiros dez meses do ano, os hospitais portugueses tivessem utilizado medicamentos genéricos em áreas como o cancro ou HIV, teriam poupado cerca de 25,5 milhões de euros
Em média, uma farmácia perde 0,39 euros por embalagem dispensada dos quatro medicamentos mais baratos de cada substância ativa, estima o Infarmed.
17tm54B
26 de Dezembro de 2017
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Utilização de genéricos nos hospitais permitiria poupança de 25,5 milhões