Fnam acusa tutela de ter «estratégia de boicote aos CSP»
05.02.2018
Em causa a falta contratualização e o limite de USF a constituir
O Despacho nº 1194-A/2018, «ao limitar a 30 o número de USF a constituir em 2018, limita de forma cínica o esforço, o sonho e a vontade dos profissionais para se organizarem neste modelo de assistência que traz mais valias para os utentes, sem qualquer impacto financeiro», considera a Federação Nacional dos Médicos.
Por outro lado, observa o sindicato, «não existe qualquer lógica de impedir a totalidade das 27 USF modelo A, que estão prontas a progredirem para o patamar seguinte de USF modelo B, ao limitar a transição a apenas vinte».
Num comunicado, esta estrutura sindical afirma que o diploma «vem atacar de forma inaceitável os Cuidados de Saúde Primários (CSP) e o direito dos utentes a uma assistência com a melhor qualidade possível», onde «tudo se parece enquadrar numa estratégia de boicote aos CSP».
«Ao limitar a 30 o número de USF a constituir em 2018, o despacho limita de forma cínica o esforço, o sonho e a vontade dos profissionais para se organizarem neste modelo de assistência», considera a Federação Nacional dos Médicos
Este despacho, em conjunto com a inexistente contratualização com as unidades funcionais, «torna-se num ataque feroz à reforma dos CSP, levando à desmotivação dos profissionais e perpetuando as más condições de trabalho», diz ainda a Fnam.
18tm06C
05 de Fevereiro de 2018
1806Pub2f18tm06C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Por outro lado, observa o sindicato, «não existe qualquer lógica de impedir a totalidade das 27 USF modelo A, que estão prontas a progredirem para o patamar seguinte de USF modelo B, ao limitar a transição a apenas vinte».
Num comunicado, esta estrutura sindical afirma que o diploma «vem atacar de forma inaceitável os Cuidados de Saúde Primários (CSP) e o direito dos utentes a uma assistência com a melhor qualidade possível», onde «tudo se parece enquadrar numa estratégia de boicote aos CSP».
«Ao limitar a 30 o número de USF a constituir em 2018, o despacho limita de forma cínica o esforço, o sonho e a vontade dos profissionais para se organizarem neste modelo de assistência», considera a Federação Nacional dos Médicos
Este despacho, em conjunto com a inexistente contratualização com as unidades funcionais, «torna-se num ataque feroz à reforma dos CSP, levando à desmotivação dos profissionais e perpetuando as más condições de trabalho», diz ainda a Fnam.
18tm06C
05 de Fevereiro de 2018
1806Pub2f18tm06C
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Fnam acusa tutela de ter «estratégia de boicote aos CSP»