Só 8% dos doentes com enfarte fazem reabilitação cardíaca
13.02.2018
14 de fevereiro é Dia Nacional do Doente Coronário
A reabilitação cardíaca reduz a mortalidade e futuras complicações cardiovasculares, melhora a qualidade de vida e reduz a ansiedade e depressão causada pela doença.
Ainda assim, só uma pequena minoria de doentes (8%) que sofreram um enfarte têm acesso a realizam reabilitação cardíaca.
Em vésperas do Dia Nacional do Doente Coronário, que se assinala esta quarta-feira, dia 14 de fevereiro, a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) destaca a importância da reabilitação cardíaca, alertando que apenas uma minoria dos doentes (8%) com enfarte tem acesso a esta prática.
«A reabilitação cardíaca dá os conhecimentos e a motivação necessária para combater a progressão e complicações da doença cardiovascular», afirma num comunicado Manuel Carrageta, presidente da FPC.
«Este conjunto de intervenções coordenadas, destinadas a otimizar a capacidade física, psicológica e social do doente, e adicionalmente estabilizar, retardar ou promover a regressão da aterosclerose, reduz a morbilidade e a mortalidade de doentes que sofreram um enfarte do miocárdio, têm insuficiência cardíaca ou foram submetidos a angioplastia ou cirurgia coronária ou valvular», sublinha o responsável, que considera a reabilitação cardíaca «uma das intervenções clínicas mais custo-eficazes no tratamento das doenças cardiovasculares, sendo responsabilidade dos clínicos recomendar a sua prática a todos os doentes elegíveis».
«A reabilitação cardíaca é uma das intervenções clínicas mais custo-eficazes no tratamento das doenças cardiovasculares, sendo responsabilidade dos clínicos recomendar a sua prática a todos os doentes elegíveis», afirma Manuel Carrageta, presidente da FPC
Esclarecer a população sobre este tema é o desafio da FPC que assinala o Dia Nacional do Doente Coronário, com a realização do 3.º Encontro de Doentes Cardíacos, no Café Santa Cruz, em Coimbra, pelas 18h00, subordinado ao tema «Reabilitar o coração para viver mais e melhor».
Também no dia 14, no Centro Comercial das Amoreiras, em Lisboa, será realizado um rastreio cardiovascular gratuito, entre as 12h00 e as 15h00.
18tm07F
13 de Fevereiro de 2018
1807Pub3f18tm07F
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Ainda assim, só uma pequena minoria de doentes (8%) que sofreram um enfarte têm acesso a realizam reabilitação cardíaca.
Em vésperas do Dia Nacional do Doente Coronário, que se assinala esta quarta-feira, dia 14 de fevereiro, a Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) destaca a importância da reabilitação cardíaca, alertando que apenas uma minoria dos doentes (8%) com enfarte tem acesso a esta prática.
«A reabilitação cardíaca dá os conhecimentos e a motivação necessária para combater a progressão e complicações da doença cardiovascular», afirma num comunicado Manuel Carrageta, presidente da FPC.
«Este conjunto de intervenções coordenadas, destinadas a otimizar a capacidade física, psicológica e social do doente, e adicionalmente estabilizar, retardar ou promover a regressão da aterosclerose, reduz a morbilidade e a mortalidade de doentes que sofreram um enfarte do miocárdio, têm insuficiência cardíaca ou foram submetidos a angioplastia ou cirurgia coronária ou valvular», sublinha o responsável, que considera a reabilitação cardíaca «uma das intervenções clínicas mais custo-eficazes no tratamento das doenças cardiovasculares, sendo responsabilidade dos clínicos recomendar a sua prática a todos os doentes elegíveis».
«A reabilitação cardíaca é uma das intervenções clínicas mais custo-eficazes no tratamento das doenças cardiovasculares, sendo responsabilidade dos clínicos recomendar a sua prática a todos os doentes elegíveis», afirma Manuel Carrageta, presidente da FPC
Esclarecer a população sobre este tema é o desafio da FPC que assinala o Dia Nacional do Doente Coronário, com a realização do 3.º Encontro de Doentes Cardíacos, no Café Santa Cruz, em Coimbra, pelas 18h00, subordinado ao tema «Reabilitar o coração para viver mais e melhor».
Também no dia 14, no Centro Comercial das Amoreiras, em Lisboa, será realizado um rastreio cardiovascular gratuito, entre as 12h00 e as 15h00.
18tm07F
13 de Fevereiro de 2018
1807Pub3f18tm07F
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Só 8% dos doentes com enfarte fazem reabilitação cardíaca