Governo desvaloriza críticas da OM e responde que só está a cumprir a lei
foto de "DR" | 16.02.2018
Criação da licenciatura em Medicina Tradicional Chinesa
Os ministros da Saúde, por um lado, e o da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, por outro, desvalorizaram as críticas da Ordem dos Médicos (OM) relativamente à criação da licenciatura em Medicina Tradicional Chinesa, alegando que o que está em causa é apenas o cumprimento da lei.
«Não faz nenhum sentido agitar a ideia de insegurança dos portugueses apenas e só porque o Estado está a cumprir uma lei da Assembleia da República aprovada sem votos contra em 2013 e que tinha sido aprovada por unanimidade em 2003», afirmou esta quarta-feira Adalberto Campos Fernandes, à margem da primeira «Gago Conference on European Science Policy», no Porto.
O responsável adiantou que «o que se está a fazer é enquadrar aquilo que não estava enquadrado e pôr-se dentro do sistema aquilo que estava fora do sistema». «Se isso não é zelar pela qualidade e pela segurança das pessoas, então o que será?», questionou.
Também Manuel Heitor quis «deixar bem claro que o Governo em Portugal não cria cursos». «Já passámos há muitos anos essa fase. Nós podemos orgulhar-nos de ter uma agência de acreditação e de avaliação que segue as melhores práticas internacionais e um dos aspetos que obviamente hoje certifica - e que, mais uma vez, estamos a reforçar - é a capacidade científica de qualquer instituição de ensino superior antes de poder dar um curso», sublinhou o ministro da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Entretanto, também a Sociedade Portuguesa da Medicina Chinesa (SPMC) considera se pronunciou, considerando António Moreira, da direção daquela Sociedade que «há posicionamentos sectários por parte das ordens que são compreensíveis do ponto de vista corporativo, mas nada têm que ver com ciência».
Os ministros da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, desvalorizaram as críticas da Ordem dos Médicos (OM) relativamente à criação da licenciatura em Medicina Tradicional Chinesa, alegando que o que está em causa é apenas o cumprimento da lei
Recorde-se que o que está em causa é portaria conjunta dos ministérios da Saúde e da Ciência e Ensino Superior de validação da criação de ciclos de estudo que conferem o grau de licenciado em medicina tradicional chinesa, publicada no passado dia 9 no Diário da República.
18tm07Q
16 de Fevereiro de 2018
1807Pub6f18tm07Q
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Não faz nenhum sentido agitar a ideia de insegurança dos portugueses apenas e só porque o Estado está a cumprir uma lei da Assembleia da República aprovada sem votos contra em 2013 e que tinha sido aprovada por unanimidade em 2003», afirmou esta quarta-feira Adalberto Campos Fernandes, à margem da primeira «Gago Conference on European Science Policy», no Porto.
O responsável adiantou que «o que se está a fazer é enquadrar aquilo que não estava enquadrado e pôr-se dentro do sistema aquilo que estava fora do sistema». «Se isso não é zelar pela qualidade e pela segurança das pessoas, então o que será?», questionou.
Também Manuel Heitor quis «deixar bem claro que o Governo em Portugal não cria cursos». «Já passámos há muitos anos essa fase. Nós podemos orgulhar-nos de ter uma agência de acreditação e de avaliação que segue as melhores práticas internacionais e um dos aspetos que obviamente hoje certifica - e que, mais uma vez, estamos a reforçar - é a capacidade científica de qualquer instituição de ensino superior antes de poder dar um curso», sublinhou o ministro da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Entretanto, também a Sociedade Portuguesa da Medicina Chinesa (SPMC) considera se pronunciou, considerando António Moreira, da direção daquela Sociedade que «há posicionamentos sectários por parte das ordens que são compreensíveis do ponto de vista corporativo, mas nada têm que ver com ciência».
Os ministros da Saúde e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, desvalorizaram as críticas da Ordem dos Médicos (OM) relativamente à criação da licenciatura em Medicina Tradicional Chinesa, alegando que o que está em causa é apenas o cumprimento da lei
Recorde-se que o que está em causa é portaria conjunta dos ministérios da Saúde e da Ciência e Ensino Superior de validação da criação de ciclos de estudo que conferem o grau de licenciado em medicina tradicional chinesa, publicada no passado dia 9 no Diário da República.
18tm07Q
16 de Fevereiro de 2018
1807Pub6f18tm07Q
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Governo desvaloriza críticas da OM e responde que só está a cumprir a lei