ANEM teme que autonomia seja forma de resolver falta de vagas

foto de "DR" ANEM | 27.02.2018

Associação diz que deve ser o Estado a pagar o encargo com a mudança do modelo da prova de acesso
A Associação Nacional dos Estudantes de Medicina (ANEM) saúda a manutenção do Ano Comum no novo Regime Jurídico do Internato Médico - designado agora como formação geral -, mas alerta que a autonomia dada ao médico no final desse período não pode ser aproveitada como forma resolver a falta de vagas para a formação específica.

«A ANEM rejeita em absoluto a existência de médicos indiferenciados por incapacidade de garantir vagas de formação específica a todos os graduados em Medicina», sublinha a direção da ANEM num comunicado (http://anem.pt/files/documents/comunicado-3.pdf) assinado pelo presidente da direção, Edgar Simões.

Outra das críticas apontadas pela Associação é a possibilidade de a Prova Nacional de Acesso à Formação Especializada (PNAFE) ter de ser paga.

«Apesar de a reformulação do atual modelo da PNAFE ser vista com bons olhos, é posição dos estudantes de Medicina de Portugal a rejeição de quaisquer encargos para os candidatos que pretendam realizar a prova».

«Apesar de a reformulação do atual modelo da PNAFE ser vista com bons olhos, é posição dos estudantes de Medicina de Portugal a rejeição de quaisquer encargos para os candidatos que pretendam realizar a prova»

Na opinião da ANEM, «o encargo com a mudança do modelo da prova deverá pertencer ao Estado, que tutela o Internato Médico, não sendo legítimo exigir os seus custos aos recém-diplomados em Medicina, cujas expetativas de concluir a sua formação não devem estar diretamente dependentes do pagamento de emolumentos para suportar a realização da prova».

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27 de Fevereiro de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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