Idade de ouro está prestes a chegar para a Medicina Geral e Familiar
por Teresa Mendes | foto de "DR" | 16.03.2018
Dirigentes esperançosos no 35.º Encontro Nacional da APMGF
«Acredito que a idade de ouro para a nossa especialidade possa chegar. Acredito porque vejo a quantidade de jovens colegas muito bem preparados, que são uma lufada de ar fresco, que representam um novo elã.
Mas esta nova era não vai cair de paraquedas. Só vai acontecer se fizermos por isso», sublinhou Victor Ramos na conferência de abertura do 35.º Encontro Nacional da APMGF.
Perante a audiência presente esta quarta-feira no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura, o médico de família, docente na Escola Nacional de Saúde Pública e vencedor do Prémio Miller Guerra 2017, revelou alguns dos pontos mais importantes de um trabalho de auscultação que fez com 125 profissionais de saúde conhecedores dos cuidados de saúde primários, no sentido de sintetizar os eixos estratégicos mais importantes a desenvolver no novo ciclo da MGF, que decorrerá até 2030.
No âmbito deste trabalho – que deverá ser potenciado e sistematizado nos próximos meses, dando posteriormente origem a um documento programático – Victor Ramos conseguiu identificar 15 a 20 prioridades major e 60 focos críticos.
Também o presidente da APMGF, Rui Nogueira, afirmou na cerimónia de abertura do evento que acredita que uma idade de ouro está prestes a chegar para a Medicina Geral e Familiar (MGF), considerando que «tal acontecerá mais cedo do que muitos pensam».
«Nos próximos quatro anos vamos ter de renovar metade da força de trabalho na nossa especialidade. Este período permitir-nos-á rearrumar as unidades e equipas de saúde, se tivermos o apoio de todos os colegas e as indicações precisas e certas para o fazer», disse aos presentes.
Mas, para que tal se concretize a APMGF acredita que é fundamental reavaliar e reponderar a lista de utentes dos médicos de família, razão pela qual tem insistido na sua proposta de uma nova métrica.
«Acredito que a idade de ouro para a nossa especialidade possa chegar. Acredito porque vejo a quantidade de jovens colegas muito bem preparados, que são uma lufada de ar fresco, que representam um novo elã», disse Victor Ramos na conferência de abertura
«Temos de começar a ter em atenção o contexto sociogeográfico do exercício da MGF, sob pena de definitivamente não podermos desenvolver a nossa missão com dignidade», advertiu ainda o dirigente.
O encontro, este ano com o lema «Um novo ciclo da MGF», prolonga-se até sábado, dia 17 de março.
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16 de Março de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Mas esta nova era não vai cair de paraquedas. Só vai acontecer se fizermos por isso», sublinhou Victor Ramos na conferência de abertura do 35.º Encontro Nacional da APMGF.
Perante a audiência presente esta quarta-feira no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura, o médico de família, docente na Escola Nacional de Saúde Pública e vencedor do Prémio Miller Guerra 2017, revelou alguns dos pontos mais importantes de um trabalho de auscultação que fez com 125 profissionais de saúde conhecedores dos cuidados de saúde primários, no sentido de sintetizar os eixos estratégicos mais importantes a desenvolver no novo ciclo da MGF, que decorrerá até 2030.
No âmbito deste trabalho – que deverá ser potenciado e sistematizado nos próximos meses, dando posteriormente origem a um documento programático – Victor Ramos conseguiu identificar 15 a 20 prioridades major e 60 focos críticos.
Também o presidente da APMGF, Rui Nogueira, afirmou na cerimónia de abertura do evento que acredita que uma idade de ouro está prestes a chegar para a Medicina Geral e Familiar (MGF), considerando que «tal acontecerá mais cedo do que muitos pensam».
«Nos próximos quatro anos vamos ter de renovar metade da força de trabalho na nossa especialidade. Este período permitir-nos-á rearrumar as unidades e equipas de saúde, se tivermos o apoio de todos os colegas e as indicações precisas e certas para o fazer», disse aos presentes.
Mas, para que tal se concretize a APMGF acredita que é fundamental reavaliar e reponderar a lista de utentes dos médicos de família, razão pela qual tem insistido na sua proposta de uma nova métrica.
«Acredito que a idade de ouro para a nossa especialidade possa chegar. Acredito porque vejo a quantidade de jovens colegas muito bem preparados, que são uma lufada de ar fresco, que representam um novo elã», disse Victor Ramos na conferência de abertura
«Temos de começar a ter em atenção o contexto sociogeográfico do exercício da MGF, sob pena de definitivamente não podermos desenvolver a nossa missão com dignidade», advertiu ainda o dirigente.
O encontro, este ano com o lema «Um novo ciclo da MGF», prolonga-se até sábado, dia 17 de março.
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16 de Março de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
Idade de ouro está prestes a chegar para a Medicina Geral e Familiar