ANDAR alerta para troca de medicamentos sem o consentimento de médico e doente
05.04.2018
Dia Nacional do Doente com Artrite Reumatóide
No âmbito do Dia Nacional do Doente com Artrite Reumatóide, que se assinala hoje, dia 5 de abril, a Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatóide (ANDAR) alerta para a existência de situações em que os medicamentos, biotecnológicos, dispensados pelas farmácias hospitalares podem não ser aqueles que foram prescritos pelos médicos.
«Temos recebido, nas últimas semanas, várias denúncias de doentes que saem das farmácias hospitalares sem saber exatamente qual o medicamento que lhes é fornecido e sem saber se o seu médico foi informado da troca», adverte Arsisete Saraiva, presidente da ANDAR, num comunicado.
Estas denúncias já motivaram, por parte da ANDAR e de outras associações de doentes crónicos, um pedido de audiência ao ministro da Saúde. Em causa estarão as novas orientações da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT) do INFARMED sobre a mudança de medicamentos biológicos para biossimilares, que recomendam a utilização de fármacos mais baratos.
«Não podemos permitir que as farmácias hospitalares alterem o tratamento prescrito sem ter em conta a opinião do médico e sem o devido consentimento dos doentes.
Isto fragiliza a relação entre médico e doente, que é fundamental, ainda mais no caso das doenças crónicas como a artrite reumatóide», sublinha Arsisete Saraiva.
«Temos recebido, nas últimas semanas, várias denúncias de doentes que saem das farmácias hospitalares sem saber exatamente qual o medicamento que lhes é fornecido e sem saber se o seu médico foi informado da troca», adverte Arsisete Saraiva, presidente da ANDAR
«É o médico, quem melhor conhece o doente e sabe do seu historial clínico, deve ser ele o principal responsável pela prescrição. A escolha do medicamento não pode transitar para a CNFT de cada hospital e muito menos ter por base critérios meramente economicistas», reforça ainda a dirigente.
Este tema esteve, aliás, em destaque nas XVIII Jornadas da ANDAR, que decorreram hoje, no Hotel Altis, em Lisboa.
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05 de Abril de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Temos recebido, nas últimas semanas, várias denúncias de doentes que saem das farmácias hospitalares sem saber exatamente qual o medicamento que lhes é fornecido e sem saber se o seu médico foi informado da troca», adverte Arsisete Saraiva, presidente da ANDAR, num comunicado.
Estas denúncias já motivaram, por parte da ANDAR e de outras associações de doentes crónicos, um pedido de audiência ao ministro da Saúde. Em causa estarão as novas orientações da Comissão Nacional de Farmácia e Terapêutica (CNFT) do INFARMED sobre a mudança de medicamentos biológicos para biossimilares, que recomendam a utilização de fármacos mais baratos.
«Não podemos permitir que as farmácias hospitalares alterem o tratamento prescrito sem ter em conta a opinião do médico e sem o devido consentimento dos doentes.
Isto fragiliza a relação entre médico e doente, que é fundamental, ainda mais no caso das doenças crónicas como a artrite reumatóide», sublinha Arsisete Saraiva.
«Temos recebido, nas últimas semanas, várias denúncias de doentes que saem das farmácias hospitalares sem saber exatamente qual o medicamento que lhes é fornecido e sem saber se o seu médico foi informado da troca», adverte Arsisete Saraiva, presidente da ANDAR
«É o médico, quem melhor conhece o doente e sabe do seu historial clínico, deve ser ele o principal responsável pela prescrição. A escolha do medicamento não pode transitar para a CNFT de cada hospital e muito menos ter por base critérios meramente economicistas», reforça ainda a dirigente.
Este tema esteve, aliás, em destaque nas XVIII Jornadas da ANDAR, que decorreram hoje, no Hotel Altis, em Lisboa.
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05 de Abril de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
ANDAR alerta para troca de medicamentos sem o consentimento de médico e doente