ORL do CHLN mantém idoneidade formativa, mas não abre vagas para internato em 2019
26.04.2018
Esclarecimento do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos
O Conselho Regional do Sul (CRS) da Ordem dos Médicos (OM) esclarece que, ao contrário do divulgado pela Comunicação Social, não foi suspensa a idoneidade formativa do Serviço de Otorrinolaringologia, do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), «mas sim decidida, a não atribuição de vagas para a realização do internato desta especialidade, a iniciar em 2019».
«Esta decisão não deverá ser confundida com a retirada da idoneidade formativa, que o serviço continua a ter e que permite a continuidade da formação dos internos lá existentes.
Ou seja, limita-se apenas a não abrir vagas para novos internos de formação específica, e apenas para o próximo ano, dando assim tempo, a que, com serenidade e bom senso, se possam ultrapassar as dificuldades reconhecidas», salienta um comunicado do CRS, órgão que esteve e está envolvido no processo.
Contudo, o comunicado pouco adianta sobre o que está na origem da decisão, informando apenas o CRS que tomou conhecimento, através de duas cartas, uma delas anónima, e que se provou posteriormente ser falsa, «da existência de diferentes problemas no Serviço de Otorrinolaringologia, do Centro Hospitalar Lisboa Norte».
O CRS informa ainda que decidiu criar uma comissão interna, constituída por um membro da direção da Região do Sul da OM, um membro do Colégio de Otorrinolaringologia (presidente), estrutura técnica consultiva da OM nesta área de especialidade, e por um membro do Conselho Nacional do Médico Interno (presidente), enquanto estrutura representativa de todos os médicos internos.
O Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos esclarece que não foi suspensa a idoneidade formativa do Serviço de Otorrinolaringologia, do Centro Hospitalar Lisboa Norte, «mas sim decidida, a não atribuição de vagas para a realização do internato desta especialidade, a iniciar em 2019»
Esta comissão, continua o comunicado, ouviu individualmente todos os internos em formação específica e 16 dos 17 especialistas do referido serviço, na sequência do que produziu um relatório final.
O documento, que foi apresentado no Plenário do Conselho Nacional, «reconhecia a existência de alguns constrangimentos internos de características transitórias e passíveis de serem ultrapassados», tendo sido «decidida, a não atribuição de vagas para a realização do internato desta especialidade, a iniciar em 2019», lê-se na nota à Imprensa.
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26 de Abril de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Esta decisão não deverá ser confundida com a retirada da idoneidade formativa, que o serviço continua a ter e que permite a continuidade da formação dos internos lá existentes.
Ou seja, limita-se apenas a não abrir vagas para novos internos de formação específica, e apenas para o próximo ano, dando assim tempo, a que, com serenidade e bom senso, se possam ultrapassar as dificuldades reconhecidas», salienta um comunicado do CRS, órgão que esteve e está envolvido no processo.
Contudo, o comunicado pouco adianta sobre o que está na origem da decisão, informando apenas o CRS que tomou conhecimento, através de duas cartas, uma delas anónima, e que se provou posteriormente ser falsa, «da existência de diferentes problemas no Serviço de Otorrinolaringologia, do Centro Hospitalar Lisboa Norte».
O CRS informa ainda que decidiu criar uma comissão interna, constituída por um membro da direção da Região do Sul da OM, um membro do Colégio de Otorrinolaringologia (presidente), estrutura técnica consultiva da OM nesta área de especialidade, e por um membro do Conselho Nacional do Médico Interno (presidente), enquanto estrutura representativa de todos os médicos internos.
O Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos esclarece que não foi suspensa a idoneidade formativa do Serviço de Otorrinolaringologia, do Centro Hospitalar Lisboa Norte, «mas sim decidida, a não atribuição de vagas para a realização do internato desta especialidade, a iniciar em 2019»
Esta comissão, continua o comunicado, ouviu individualmente todos os internos em formação específica e 16 dos 17 especialistas do referido serviço, na sequência do que produziu um relatório final.
O documento, que foi apresentado no Plenário do Conselho Nacional, «reconhecia a existência de alguns constrangimentos internos de características transitórias e passíveis de serem ultrapassados», tendo sido «decidida, a não atribuição de vagas para a realização do internato desta especialidade, a iniciar em 2019», lê-se na nota à Imprensa.
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26 de Abril de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt
ORL do CHLN mantém idoneidade formativa, mas não abre vagas para internato em 2019