«Expressiva adesão» dos médicos à greve nacional
10.05.2018
Sindicatos fazem balanço do segundo dia de paralisação
Os sindicatos destacam a «expressiva adesão dos médicos à greve nacional» no segundo dia de paralisação. Um comunicado conjunto, desta quarta-feira, salienta adesões de 100% em várias unidades, paragem da atividade na ordem dos 90% na maioria dos blocos operatórios e adesão superior a 80% nas unidades dos cuidados de saúde primários.
Apesar do enorme descontentamento dos médicos perante a situação atual da Saúde plasmado nestes números, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) consideram que se assiste «à inqualificável insensibilidade do ministro da Saúde, do ministro das Finanças e do primeiro-ministro ao não aceitarem as múltiplas propostas sindicais para negociar».
De facto, diz o comunicado, «nunca tinha acontecido uma não negociação como a que se tem verificado nos últimos dois anos por parte do Ministério da Saúde, sem contrapropostas às propostas do SIM e Fnam ou sequer atas das reuniões».
«Assiste-se à inqualificável insensibilidade do ministro da Saúde, do ministro das Finanças e do primeiro-ministro ao não aceitarem as múltiplas propostas sindicais para negociar», alertam os sindicatos
A nota à Imprensa salienta ainda que um dos argumentos recorrentes do Ministério da Saúde, de que não há dinheiro para implementar as medidas propostas pelos sindicatos sejam elas quais forem, não é válido, observando que «são injetados milhares de milhões de euros nos bancos, dos quais 450 milhões em 2018 só para o Novo Banco, e são gastos 120 milhões de euros com empresas de trabalho médico temporário».
Hoje, dia 10, decorre o último dos três dias de paralisação.
O comunicado pode ser consultado aqui
18tm19N
10 de Maio de 2018
1819Pub5f18tm19N
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Apesar do enorme descontentamento dos médicos perante a situação atual da Saúde plasmado nestes números, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) e a Federação Nacional dos Médicos (Fnam) consideram que se assiste «à inqualificável insensibilidade do ministro da Saúde, do ministro das Finanças e do primeiro-ministro ao não aceitarem as múltiplas propostas sindicais para negociar».
De facto, diz o comunicado, «nunca tinha acontecido uma não negociação como a que se tem verificado nos últimos dois anos por parte do Ministério da Saúde, sem contrapropostas às propostas do SIM e Fnam ou sequer atas das reuniões».
«Assiste-se à inqualificável insensibilidade do ministro da Saúde, do ministro das Finanças e do primeiro-ministro ao não aceitarem as múltiplas propostas sindicais para negociar», alertam os sindicatos
A nota à Imprensa salienta ainda que um dos argumentos recorrentes do Ministério da Saúde, de que não há dinheiro para implementar as medidas propostas pelos sindicatos sejam elas quais forem, não é válido, observando que «são injetados milhares de milhões de euros nos bancos, dos quais 450 milhões em 2018 só para o Novo Banco, e são gastos 120 milhões de euros com empresas de trabalho médico temporário».
Hoje, dia 10, decorre o último dos três dias de paralisação.
O comunicado pode ser consultado aqui
18tm19N
10 de Maio de 2018
1819Pub5f18tm19N
Publicada originalmente em www.univadis.pt
«Expressiva adesão» dos médicos à greve nacional