Tumores malignos e doenças do aparelho circulatório responsáveis por mais de metade das mortes

foto de "DR" | 23.05.2018

Relatório do INE sobre «Causas de Morte – 2016» em Portugal
 
As doenças do aparelho circulatório e os tumores malignos foram os responsáveis por mais de metade das 110.970 mortes registadas em Portugal, em 2016, segundo o mais recente relatório «Causas de Morte», do Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com a publicação, as doenças circulatórias mataram mais mulheres, fazendo 32.805 vítimas (55,1%), do que homens, com a idade média de morte nos 81,1 anos.
Em relação a 2015, houve uma pequena descida de 0,2%, mas mesmo assim perderam-se 47.923 potenciais anos de vida para as doenças circulatórias.

Quanto às mortes por tumor maligno, os dados do INE mostram um aumento de 2,7% no número de mortes em relação a 2015, subindo para 27.357, com uma idade média de 73,1 anos e custando 111.072 potenciais anos de vida perdidos para as doenças.
Os tumores malignos da traqueia/brônquios/pulmão e os do cólon, reto e ânus foram os mais mortíferos, tirando a vida a mais de 8.000 pessoas. 

As doenças do aparelho circulatório e os tumores malignos foram os responsáveis por mais de metade das 110.970 mortes registadas em Portugal, em 2016, segundo o mais recente relatório «Causas de Morte», do Instituto Nacional de Estatística (INE) 

As doenças do aparelho respiratório provocaram 13.474 mortes em 2016, mais quatro do que no ano anterior, atingindo mais os homens (52,2%), e em 9,9% dos casos, antes dos 70 anos, custando 14.963 anos potenciais de vida.
Mais de 36% do total das mortes aconteceram antes dos 70 anos.
A sua quase totalidade deveu-se a doenças, mas 4,4% aconteceram por «causas externas de lesão e envenenamento», 2,6% por acidentes e 0,9% por suicídio. 

Em 2016, os 981 suicídios representaram uma descida de 13,3% em relação ao ano anterior.

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23 de Maio de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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