Médicos apelam para a defesa do SNS e das carreiras médicas

01.06.2018

Comunicado do Conselho Nacional para o Serviço Nacional de Saúde e Carreiras Médicas
O Conselho Nacional da Ordem dos Médicos para o Serviço Nacional de Saúde e Carreiras Médicas apela para uma «mudança de política na Saúde», que dê «resposta cabal às necessidades de há muito sentidas pelos cidadãos, possibilitando correto financiamento e reforço dos recursos humanos e técnicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), com o restabelecimento das carreiras médicas».

Num comunicado divulgado hoje, que resultou de uma reunião daquele Conselho Nacional da passada testa terça-feira, é manifestado o «apoio às diversas formas de protesto que os médicos, através das suas organizações mais representativas, têm levado a cabo na defesa do SNS», considerando aquele órgão que a enorme adesão à recente greve, constituiu «mais uma prova de que os médicos não se revêm nas políticas levadas a cabo na área da saúde pelos sucessivos governos, que têm levado ao subfinanciamento e contínua degradação do SNS e ao doloso agravamento das condições de trabalho dos seus profissionais».

O Conselho Nacional da Ordem dos Médicos para o Serviço Nacional de Saúde e Carreiras Médicas apela para uma «mudança de política na Saúde», que dê «resposta cabal às necessidades de há muito sentidas pelos cidadãos, possibilitando correto financiamento e reforço dos recursos humanos e técnicos do SNS, com o restabelecimento das carreiras médicas» 

«Ao contrário de expetativas criadas, e apesar da apregoada melhoria das condições económicas do país, o atual Governo e o seu ministro da saúde não têm mostrado vontade de inverter o essencial desse desastroso caminho, deixando agravar ainda mais as já deficitárias respostas do SNS às necessidades e direitos dos cidadãos portugueses», adverte o Conselho Nacional, que diz ainda «recusar a ideia de remeter o serviço público a um papel secundário de prestador residual de cuidados de saúde de má qualidade, com profissionais desmotivados e mal pagos, reservado aos sectores da população mais pobres e desprotegidos».

O comunicado pode ser consultado na íntegra aqui

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01 de Junho de 2018
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Publicada originalmente em www.univadis.pt

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