Convenção Nacional da Saúde decorre hoje e amanhã na Culturgest
07.06.2018
Sindicatos ausentes do debate que reúne mais de 90 instituições
Os sindicatos estão ausentes da Convenção Nacional da Saúde, que conta com a participação de mais de 90 instituições da saúde, e que decorre esta quinta-feira e sexta-feira na Culturgest, em Lisboa.
O presidente da comissão organizadora, Eurico Castro Alves, alega que estes não foram convidados por serem organizações «corporativas» e «focadas nas carreiras dos profissionais».
Ao Público, o ex-presidente do Infarmed, disse ainda que são dezenas de sindicatos, alegando que «ou convidávamos todos ou não convidávamos nenhum».
Esta foi a resposta dada à Federação Nacional dos Médicos (Fnam) que num comunicado, divulgado esta quarta-feira, diz ver «com séria preocupação a realização desta convenção, para a qual não foram convidadas organizações sindicais, nem estruturas que ao longo dos anos mais se têm empenhado na defesa do Serviço Nacional de Saúde, conquista de Abril».
Segundo o sindicato, esta preocupação acentua-se pelo facto de no respetivo programa ser evidente «a ausência do debate em torno dos Cuidados de Saúde Primários/ Saúde Pública/ Cuidados Continuados, quando estes são considerados a nível mundial essenciais e base de qualquer serviço de saúde».
Para além «desta grave e inexplicada amputação», a Fnam mostra-se ainda contra a presença do Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Óscar Gaspar, na mesa de «Apresentação da Agenda da Saúde para a Década», considerando este «vem defendendo em diversos artigos de opinião a substituição do atual modelo da Serviço Nacional de Saúde por algo a que designa por Sistema Nacional de Saúde».
O «maior debate nacional sobre o presente e o futuro da Saúde em Portugal»
Considerado o «maior debate nacional sobre o presente e o futuro da Saúde em Portugal», a Convenção Nacional da Saúde reúne durante estes dois dias as ordens profissionais, associações, instituições prestadoras de cuidados de saúde do setor público, privado e social, bem como associações de doentes, responsáveis políticos, profissionais da comunicação social, centros de investigação e universidades.
Os sindicatos estão ausentes da Convenção Nacional da Saúde, que conta com a participação de mais de 90 instituições da saúde, e que decorre esta quinta-feira e sexta-feira na Culturgest, em Lisboa. O presidente da comissão organizadora, Eurico Castro Alves, alega que estes não foram convidados por serem organizações «corporativas» e «focadas nas carreiras dos profissionais».
Esta convenção pioneira conta ainda com o Alto Patrocínio da Presidência da República.
O programa inclui conferências temáticas cujas conclusões serão apresentadas no última dia antes da divulgação da «Agenda da Saúde para a Década».
Programa completo está disponível aqui
18tm23N
07 de Junho de 2018
1823Pub5f18tm23N
Publicada originalmente em www.univadis.pt
O presidente da comissão organizadora, Eurico Castro Alves, alega que estes não foram convidados por serem organizações «corporativas» e «focadas nas carreiras dos profissionais».
Ao Público, o ex-presidente do Infarmed, disse ainda que são dezenas de sindicatos, alegando que «ou convidávamos todos ou não convidávamos nenhum».
Esta foi a resposta dada à Federação Nacional dos Médicos (Fnam) que num comunicado, divulgado esta quarta-feira, diz ver «com séria preocupação a realização desta convenção, para a qual não foram convidadas organizações sindicais, nem estruturas que ao longo dos anos mais se têm empenhado na defesa do Serviço Nacional de Saúde, conquista de Abril».
Segundo o sindicato, esta preocupação acentua-se pelo facto de no respetivo programa ser evidente «a ausência do debate em torno dos Cuidados de Saúde Primários/ Saúde Pública/ Cuidados Continuados, quando estes são considerados a nível mundial essenciais e base de qualquer serviço de saúde».
Para além «desta grave e inexplicada amputação», a Fnam mostra-se ainda contra a presença do Presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, Óscar Gaspar, na mesa de «Apresentação da Agenda da Saúde para a Década», considerando este «vem defendendo em diversos artigos de opinião a substituição do atual modelo da Serviço Nacional de Saúde por algo a que designa por Sistema Nacional de Saúde».
O «maior debate nacional sobre o presente e o futuro da Saúde em Portugal»
Considerado o «maior debate nacional sobre o presente e o futuro da Saúde em Portugal», a Convenção Nacional da Saúde reúne durante estes dois dias as ordens profissionais, associações, instituições prestadoras de cuidados de saúde do setor público, privado e social, bem como associações de doentes, responsáveis políticos, profissionais da comunicação social, centros de investigação e universidades.
Os sindicatos estão ausentes da Convenção Nacional da Saúde, que conta com a participação de mais de 90 instituições da saúde, e que decorre esta quinta-feira e sexta-feira na Culturgest, em Lisboa. O presidente da comissão organizadora, Eurico Castro Alves, alega que estes não foram convidados por serem organizações «corporativas» e «focadas nas carreiras dos profissionais».
Esta convenção pioneira conta ainda com o Alto Patrocínio da Presidência da República.
O programa inclui conferências temáticas cujas conclusões serão apresentadas no última dia antes da divulgação da «Agenda da Saúde para a Década».
Programa completo está disponível aqui
18tm23N
07 de Junho de 2018
1823Pub5f18tm23N
Publicada originalmente em www.univadis.pt
Convenção Nacional da Saúde decorre hoje e amanhã na Culturgest